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domingo, 29 de março de 2015

Panelaço


Caros confrades/passageiros!
A seguir transcrevo o que escrevi para uma adorável Fada:
Inigualável Fada Selma D'ouro, veja se aprova o destino que dei a singular obra de arte, que sua varinha mágica (a lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, disse que prefere sempre vara tamanho GG e de preferência bem roliça). 
A Alice não viu como ficou o destino final da obra de Arte da Fada Selma, porque foi com meus filhos buscar meu neto, o Márcio, no Hospital São Lucas, porque ele precisou ficar internado para ficar sob os intensivos cuidados dos asseclas de Hipócrates, tendo em vista que sorrateiramente e de supetão ficou sob a égide da nefasta bruxa da pneumonia e graças aos dedicados e competentes médicos, que souberam ministrar doses exatas de poções, que neutralizaram os efeitos maléficos do feitiço lançado pela bruxa da pneumonia, teve alta no dia em curso. 
Caloroso abraço! Saudações paneladas! 
Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus!


PS - Seu noivo, o valoroso Mago, já retornou da Capadócia? 
Será que ele conseguiu amansar o dragão do São Jorge, que está a soltar - sem parar - fogo pelas ventas, porque está exasperadíssimo com a "Granda Toura Chefa Sentada", como o nobilíssimo José Simão chama a "incompetenta" pilota, que se trancou a mais de 200.000.000 chaves na cabine de comando, da gigantesca máquina voadora, que tem no comando a pilota "incompetenta", que está a deixar os indefesos passageiros aterrorizados, com a violentíssima turbulência, que estão sujeitos devido a incúria da pilota e não tem esperança de rotas em céu de brigadeiro, porque além de estar a padecer da síndrome dos três macaquinhos, não quer deixar nem que a vaca tussa (o que deixa a situação mais desgraçada é que a vaca tossiu e já atolou no brejo), não quer descer do salto alto para calçar as sandálias da humildade, deixar de ser mentirosa, arrogante, teimosa, bem como ter o atrevimento mor de tirar os direitos dos trabalhadores, bem como desejar intensamente que milhões de urubus levem - com celeridade - nos seus bicos de carniça os indesejáveis, combalidos e desrespeitados aposentados, que muito contribuíram para a pujança da nossa amada Pátria, que ainda tem palmeiras e sabiás e agora são considerados peso morto por aquela vil ser vivente que destila fel, mentiras e desesperança?

sábado, 28 de março de 2015

Nobilíssimo naturalista Charles Darwin (1809-1882)

Caros confrades/passageiros, que não usam véus!
Que refrigério saber que tivemos um ser vivente da nossa espécie, o Homo Sapiens, a revelar,  com sapiência e sem véus, que somos como somos, devido a evolução das espécies, ocasionada por fatos cósmicos imprevisíveis, como por exemplo a queda de meteoros de muitos quilômetros de diâmetro ao longo dos cinco bilhões de história, que extinguiu a vida de incontáveis seres viventes,  deste 3º planeta do Sistema Solar, que está contido num dos incontáveis Sistemas Solares, que giram ao redor de bilhões de estrelas da Via Láctea, que está contida num aglomerado de galáxias próximas, que estão contidas  num aglomerado de bilhões de galáxias, que estão contida no Universo, que quiçá está contido em infinitos Multiversos.
Em pensar que a maioria dos meus semelhantes acreditam que somos marionetes manipulados por um suposto ser oniscente e onipresente.
Max! Traga meus sais centuplicado!
Caloroso abraço! Saudações racionais!
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus!

sexta-feira, 27 de março de 2015

Memória familiar


Caros confrades/passageiros!
Agradeço sobremaneira a deferência do meu estimado amigo, o confrade/memorialista Reinaldo Elias, que gentilmente se prontificou a colorir uma preciosa fotografia do meu acervo familiar, que ficou um primor, onde minha amada e saudosa mãe, a Sra. Matilde Pinheiro de Oliveira (1923-2008) foi eternizada ao lado da sua dileta tia Piedade Monteiro de Oliveira (1902-1977) e duas primas ou amigas, que não sei os nomes, numa visitação que fizeram ao Museu Paulista da USP, mais conhecido como Museu do Ipiranga, provavelmente no ano de 1938 ou 1939.

Antes da primorosa colorização feita pelo criativo Reinaldo, não tinha observado que minha mãe e a sua tia vestiam meias e fiquei intrigado em observar que as demais moçoilas não as vestiam. Também me intrigou ver que a moçoila mais nova trajava um vestido acima do joelho. Como os paulistanos, os "batateiros", como carinhosamente são chamados os sãobernardenses, também iam com frequência visitar o Museu do Ipiranga e flanar nos seus belíssimos jardins.
Fico cá a divagar se minha tia avó Piedade levou a minha mãe para assistir no então recém inaugurado Cine Metro, a película "Melodia da Broadway" de 1938, ou então se minha mãe ficava enternecida ao ouvir no rádio a canção "Nada Além" interpretada pelo inesquecível cantor Orlando Silva (1915-1978).
LUZES! CÂMERAS! AÇÃO!

Caloroso abraço! Saudações memorialistas/familiares!
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus!

quinta-feira, 26 de março de 2015

Epístola Pauliana - Conversando com a Dona Mariinha (1910-1998)


Caros confrades/passageiros!
Epístolas Paulianas

Conversando com a saudosa Dona Mariinha (1910-1988).

Diadema, 26 de março de 2015.
Distinta e estimada Dona Mariinha!

Quando o estafeta do nosso amado Imperador Dom Pedro II (1825-1891) entregar esta epístola nas suas etéreas mãos, certamente a Senhora ficará concomitantemente jubilosa e surpresa com o inesperado acontecimento, que quebrou sua rotina Olimpiana e com toda certeza levará – com celeridade – para sua fiel amiga, a Dona Agatha, para que leia, com seu inconfundível sotaque italiano, e também fique jubilosa em saber que seu valoroso, incansável e destemido “menino”, que tornou-se seu fiel ajudante e pupilo, desde os sete anos de idade, o Leôncio Benedito de Souza, resolveu prestar-lhe pertinente tributo a sua Memória escrevendo o livro “O menino de Dona Mariinha”, que deixa enternecidos os felizardos leitores e tão cativados leitores , que não conseguem parar de ler (comecei a ler no dia 23 a partir das 14 horas e terminei a leitura ontem de manhã) a saga da sua radiante e profícua existência, que foi sempre dedicada ao labor, bem como influenciou e mudou o rumo da árdua vida do seu pupilo Leôncio, que por conta de ser um dos filhos de um casal que teve numerosa prole e, apesar de trabalharem incansavelmente, não conseguiam prover de modo pleno o sustento dos seus rebentos. Por este motivo os petizes da família Souza, devido a necessidade premente de recursos pecuniários, tinham que procurar trabalho desde o início da vida escolar e mesmo assim as dificuldades faziam parte do cotidiano da honrada família do seu pupilo.
A história da sua vida e do seu “menino” deixaram meus outonais e caquéticos olhos em água, todavia considero alvissareiro saber que sua pertinácia, zelo e destemor foi um poderosíssimo farol norteador na vida do Leôncio, que na contemporaneidade é um cidadão pleno, atuante, muito competente e estimado pelos seus pares, amigos, entes queridos e regidos, graças a Senhora, que sempre acreditou e instigou-o para que tivesse um futuro promissor.
O seu “menino” deixa patente no tributo que lhe prestou, que a ama sobremaneira e a considera como se fosse da família.
Apreciei sobremaneira saber que a Senhora instigava seu "menino" a aprimorar suas competências leitora e escritora contextualizando os conteúdos escolares nas atribuições e atribulações do cotidiano.
Ele tinha grande apreço em ser seu “menino”, que varria, limpava, lustrava e deixava tinindo o cinema, as edificações da Maçonaria, do Rotary, os jazigos do sepulcrário de Caconde, bem com as casas que a Senhora trabalhava e era muito respeitada e estimada pelos seus empregadores e demais cacondenses.
Seu “menino” a contrariou somente uma vez, porque apesar de saber que a Senhora desejava, depois que fosse para o Olimpo, ficar coberta pela terra e mais nada, fez questão de construir um jazigo para eternizar sua memória, que graças a ele jamais cairá no esquecimento e será lembrada pelas gerações do porvir.
Aproveito o ensejo para pedir-lhe que mande lembranças para seu marido, filho e sobrinho, bem como para a encantadora Dona Agatha.
Que refrigério saber que a Senhora foi uma pessoa que contribui para que outros seres viventes tivessem outro destino.
Com a Senhora nasceu em 1910 e trabalhou muitos anos da sua existência no extinto cinema de Caconde, dedico-lhe uma película de 1910, da fase silenciosa da fascinante Arte das Imagens em Movimento, do tempo que este fascinante e maltratado mundo teve a prerrogativa de vê-la chegar à luz e a Senhora manava, chorava, dormia e vivia sempre sequinha e limpinha sob os cuidados intensivos dos seus entes queridos.
LUZES! CÂMERAS! AÇÃO!

Caloroso abraço! Saudações memorialistas!
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus!

quarta-feira, 25 de março de 2015

Minha amada imortal, a inigualável atriz Gene Tierney (1920-1991)

em viver sem véus!
Fonte:arqtodesca.blogspot.com

Caros confrades/passageiros!
É como sempre digo o duende Himineu é o maioral, porque encontrou no fundo do arco-da-velha mais uma cena onde minha amada imortal a inigualável atriz Gene Tierney (1920-1991) deixa os tierneyanos sem piscar e sem fôlego ao personificar a obssessiva Ellen Berent, na imperdível película de 1945 "Amar foi minha ruína".
Caloroso abraço! Saudações tierneyanas!
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus!