O Todesca está na janela apreciando a paisagem...

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domingo, 21 de dezembro de 2014

Documentário paulistano memorialista imperdível: "Retrato de Dora"

Caros confrades/memorialistas!
A revista "sãopaulo", publicada todos os domingos no periódico "Folha de São Paulo" publicou uma imperdível reportagem, que é uma joia preciosa à memoria paulistana!!! 
A reportagem da lavra da jornalista Regiane Teixeira discorre sobre um supimpa documentário intitulado "Retrato de Dora", que deixaram meus outonais olhos em água a ter a prerrogativa de conhecer às memórias da Dona Dora, uma paulistana da gema, que nasceu no bairro do Brás e depois viveu no bairro da Mooca! Que deleite inefável saber que a saudosa Dona Dora puxava o erre do jeito que eu puxo! O filho da DoNa Dora, é muito parecido com o pai, o grande amor da vida da avó da Bruna Callegari, que foi a autora deste supimpa documentário memorialista paulistano, que esta talentosa cineasta trouxe à Fascinante Arte das Imagens em Movimento, com o escopo de prestar tributo a sua valorosa avó materna, que deixou marcas indeléveis nos seus entes queridos e legião de amigos, bem como agora apaixona aqueles que passaram a conhecê-la, após assistir este precioso imperdível documentário!!!
A memória da Dona Dora jamais cairá no esquecimento!
Caloroso abraço! Saudações memorialistas!
Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver!
Apresento-lhes a encantadora Dona Dora!
LUZES! CÂMERAS! AÇÃO!
http://vimeo.com/101648157

http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/2014/12/1564514-neta-transforma-memorias-da-avo-em-documentario.shtml

sábado, 20 de dezembro de 2014

Documentário imperdível: "ESTE VIVER NINGUÉM ME TIRA"

Caros confrades/passageiros!
O documentário que assisti na sessão Direitos Humanos, patrocinada pela municipalidade paulistana, que foi exibida no Espaço Itaú de Cinema, é imperdível! 
Não conhecia a história da notável brasileira, Aracy Moebius de Carvalho, que foi chefe do setor de concessão de visto brasileiro, no Consulado Brasileiro em Hamburgo, na época da maldita carnificina (1939-1945), e transgrediu circular secreta, que determinava dificultar ao máximo visto de turismo para judeus, o que fez a diferença na vida de centenas de judeus!
Caloroso abraço! Saudações cinéfilas/memorialistas! 
Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus!
LUZES! CÂMERAS! AÇÃO!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Missiva de minha lavra publicada em periódico

Caros confrades/passageiros!
Sou assinante do prestigioso periódico Diário do Grande ABC"!
No meu tempo de petiz, nos primórdios do jornal, era intitulado "New Selller" e, se minha combalida memória não falha, tinha somente uma edição semanal.
Fico honrado com a deferência, porque de cada 10 missivas que envio 9 são publicadas, diferentemente do que ocorre com as missivas que envio ao periódico "Folha de São Paulo", que também sou assinante, porque de cada 50 missivas que enviadas 1 é publicada.
Caloroso abraço! Saudações leitoras!
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus!


quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Missiva de minha lavra publicada em periódico

Caros confrades/passageiros!
Vamos em frente, porque o show deve continuar!
LUZES! CÂMERAS! AÇÃO!


Belmira Pedroso

Caros confrades/passageiros!
Hoje é um dia de triste lembrança para os descendentes da minha saudosa avó materna, a Sra. Belmira Pedroso, porque neste dia do ano de 1985 a existência da "vó" cessou.
Se ela estivesse entre nós teria 114 anos.
Por Chronos, como o tempo é inexorável!
Resta o consolo de saber que enquanto ela for lembrada de certa forma estará entre nós, apesar da dura realidade de saber que o que sobrou dos seus despojos mortais jazem numa fria lápide do sepulcrário de Vila Euclides.
Na primeira fotografia de meados da década de 50, do século passado, a "vó" Belmira foi eternizada garbosa e vigorosa numa das incontáveis romarias que fazia a cidade paulista de Aparecida do Norte, onde aparece ladeada pelo meu saudoso tio Fabrício, a esposa, a tia Helena e a prima Isabel.
Na segunda fotografia a mãe da minha mãe estava na companhia dos seus netos, este reles escrevinhador outonal/insulso professorzinho primário e coordenador pedagógico aposentado e minha irmã mais velha, a Dirce Belmira de Oliveira Zaqueu, numa das também incontáveis romarias que ela fazia a cidade paulista de Pirapora do Bom Jesus.
Mediante o exposto nem preciso dizer que sou oriundo de uma família beata zelosa/fervorosa, que seguia - sem titubear - os rígidos preceitos da Igreja Católica Apostólica Romana.
A "vó" Belmira era muito vaidosa e elegante e morava numa espaçosa casa, que tinha um enorme quintal, repleto de árvores frutíferas (ela ficava exasperada quando sem sua anuência -sorrateiramente - seus netinhos subiam no pé de uvaia que, no meu tempo de petiz, eu chamava "orvalha"), que ficava na rua Dr. Antônio Álvaro nº 35, Vila Assunção,  na minha cidade de nascença Santo André. Na contemporaneidade está localizado, na espaçosa casa da minha avó, um edifício de classe média, onde reside o ex-prefeito de Santo André, o renomado Dr. Aidan Antônio Ravin e em outro apartamento uma parceira de ofício, que trabalhou comigo na municipalidade diademenese.
Na terceira fotografia a esposa do meu saudoso avó Júlio Xavier Pinheiro (1884-1966) foi eternizada dias antes de ser levada no "bico do corvo".
"Bença vó"!
Sempre te amei, amo e amarei!
Caloroso abraço! Saudações saudosas!
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus!

PS - Por Dionísio, estou exasperado com a lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, porque ela disse que as calças pantalonas que eu e minha irmã trajávamos, na década de 70, ajudavam na limpeza dos logradouros públicos.
Esta língua de fogo me paga, porque atiçarei no seu encalço os leões da Metro, bem como a mulher da Colúmbia com a tocha acesa.

Enquanto isto fazia sucesso estrondoso na fascinante Arte das Imagens em Movimento a imperdível película "Coronel Redl", bem como foi o último ano do maldito, odioso e nefasto anos de chumbo.
LUZES! CÂMERAS! AÇÃO!