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segunda-feira, 20 de abril de 2015

Sob a égide de Terpsícore


                           Sob a égide de Terpsícore


Caros confrades/passageiros sem véus e com véus!
Com muito gozo tenho a grata satisfação de publicar, na minha página do facebook, mais uma crônica da lavra do meu estimado amigo, o tarimbado jornalista e escritor Milton Saldanha! Por um lapso, deste reles caquético Professor Tierneyano, não disse anteriormente que meu querido amigo é um dos pupilos de Terpsícore, porque é um renomado tanguista, que também é o Editor Chefe de um periódico mensal dedicado aos aficionados no tango: 
Com vocês Milton Saldanha!

"Graciela González e o resgate da essência no tango
Milton Saldanha
Estudo tango há 14 anos. Se for contar os mestres com quem já tive aulas dará uma lista longa. Além dos brasileiros de grande qualidade, que merecem todo o respeito, passei também por ícones de Buenos Aires, cidade que amo e que visito várias vezes a cada ano. Recentemente, fui ao Rio para o imperdível seminário de Sebastián Achaval e Roxana Suarez.
Não conto isso por exibicionismo medíocre, seria uma idiotice que trabalharia mais contra do que a meu favor. Conto apenas para que entendam que hoje disponho de um ferramental comparativo muito grande quando o assunto é aula de tango. Não será, portanto, qualquer professor que conquistará minha admiração. Além disso, a experiência me permite constatar que em dança não existe a verdade, muito menos o dono da verdade. Perco a conta das orientações e observações de professores que vão em sentido oposto ao que falam alguns dos seus colegas. Logo, compete a cada aluno fazer sua própria triagem do que acha mais lógico e confortável, e seja também mais adequado ao seu corpo e possibilidades na dança. O que um professor fala não é lei. É apenas sugestão. Quem adotar dogmas sem ter conhecido a diversidade de opiniões corre grande risco de engessar sua dança em poucas possibilidades.
Os grandes tangueiros de Buenos Aires nunca tiveram um mestre só. Eles se formaram indo beber na fonte do que melhor oferecia cada professor famoso. Um era o melhor para ensinar giros, outro adornos, alguém mais caminhadas, e assim por diante. Não existe o mestre universal, que sabe tudo e arrasa em tudo. Cada dançarino tem um ponto forte, como acontece com atletas de qualquer modalidade de esporte.
Neste abril, pela segunda vez, fui aluno da argentina Graciela González, “La Leona”, em seminário promovido por Margareth Kardosh. Foi um reencontro com aquilo que considero o ponto forte desta mestra: a retomada da essência do tango, ao piso, com a valorização do abraço e da noção espacial em relação à parceira/parceiro, como também ao entorno no salão.
É o meu modo de ver. Outros colegas, claro, devem ter seus próprios ângulos de visão, e isso será sempre interessante, enriquecendo todo o espectro que envolve o baile.
Do ponto de vista técnico não concordei com tudo que ouvi de Graciela, mesmo respeitando, ao cotejar com orientações de outros mestres. Toda técnica em dança está sujeita à polêmica. Será suprema arrogância algum professor, mesmo grande estrela, afirmar que é assim e assado, e ponto final. Os corpos são diferentes, logo nem tudo se adapta a todos.
Mas, do ponto de vista masculino, já que compete ao homem ser o condutor e senhor das decisões na dança a dois, me agrada muito quando Graciela salienta aspectos que são incômodos, enfadonhos e até irritantes à dama. Isso é de extrema relevância, principalmente para conter o ímpeto de exibicionistas que adotam a mulher como mera muleta, e não como uma parceira com quem tem que dividir tudo em 50%, como ela disse. O que isso tem de importante não é pouco: muda a dança completamente. O homem precisa ser mais cuidadoso e generoso, além de aprender a esperar que a dama conclua completamente seu movimento.
O exercício de dançar com homens, durante três horas, nada tem de agradável. A começar pela natural rejeição ao abraço prolongado e intimista. Tivemos que fazê-lo, não sem sacrifício, para ser franco. Mas isso me permitiu ver com olhos críticos, na prática, alguns dos meus colegas. Poucos sabem esperar. Não sabendo dançar como dama, a gente fica reduzido ao iniciante mais básico. Aí aparecem os defeitos de condução. Predomina o açodamento, a correria, a falta de respiração. O que explica o baile aloprado que de vez em quando se vê, como se fosse uma maratona em que todo mundo parece querer chegar primeiro, não sei onde, porque a pista não tem linha de chegada.
Claro que também tenho meus defeitos, mas se enxergasse não os teria. Por isso sempre sou grato quando uma dama qualificada, que realmente dance bem e conheça tango, me faz alguma observação útil, para correção. Guardei para sempre as palavras da maravilhosa Johana Copes, quando dançava com ela em aula, no salão Dandi, em Buenos Aires: “Calma, Milton, sem pressa, respira!”. Palavras simples, mas efetivas, que mudaram para sempre meu tango.
Esse é o papel dos professores. Mas eles precisam também se impor pelo exemplo. Quando um professor faz no baile tudo aquilo que não recomenda aos seus alunos, como desrespeitar o espaço dos outros, ou dançar recuando no sentido oposto à ronda, para não falar dos voleios perigosos, com pernas altas, cai tudo por terra.
Graciela González mostra sua coerência até quando se apresenta. Sua dança é limpa, de aparente simplicidade, sem o menor exagero para impressionar, e não será por falta de conhecimento e prática. Uma dança típica de quem sabe que não precisa mais provar nada a ninguém."

Caloroso abraço! Saudações terpsicoreianas!
Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus e sem ranços!


domingo, 19 de abril de 2015

Ferran Jeroni Pau

Fonte: arqtodesca.blogspot.com
Propaganda de 1929.

Caros amigos sem véus e com véus!
A lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, disse que foi a minha amiga e parceira de ofício Marilia Sirolli​, que posou para esta propaganda de 1929, quando ela morou em Barcelona, por dois anos, período que durou seu noivado com um próspero comerciante catalão, Ferran Jeroni Pau, que ficou inconsolável com o final do noivado e foi ser noviço no Mosteiro dos Redentores Humilhados.
Caloroso abraço! Saudações reveladoras!
Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus e sem ranços!

sábado, 18 de abril de 2015

Maria Imaculada do Perpétuo Socorro do Rego Borrego

Fonte: arqtodesca.blogspot.com

Caros confrades/passageiros sem véus e com véus!
Daqui a pouco darei (eu adoro o verbo dar, principalmente no presente do indicativo) uma piscadela que é apenas um vislumbre daquilo que terão ao marcarem hora comigo na sela 71, do Convento das Redentoras Humilhadas, onde atendo de sábado a sábado das 19 às 23 horas.
O catecismo adaptado à lasciva, que está na minha sela  sempre pronto a anotar as horas que posso atender meus fieis devotos, que disputam a tapas uma hora de gozos indeléveis com esta serva da caridade, espera pelo registro do seu nome.
A porta da sela 71 e... estão  sempre abertas para  receber novos fieis devotos!
Valha-nos Padroeira das Irmãzinhas do Convento das Redentoras Humilhadas! 
Caloroso abraço! Saudações antipenitentes!
Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus e sem ranços!
LUZES! CÂMERAS! AÇÃO!


sexta-feira, 17 de abril de 2015

Tertúlia sobre Variações Linguísticas




Caros amigos sem véus e com véus!
Minha cara amiga e parceira de ofício Stela Trigo teve todo o empenho em articular ações com o escopo de organizar uma tertúlia sobre Variações Linguísticas, na escola que leciona, localizada na cidade lusitana de Gondomar, no dia 15 do mês em curso. 
Desejo intensamente desta vez não perder o voo, tendo planejado praticamente acampar no Aeroporto Internacional André Franco Montoro, que fica no município metropolitano de Guarulhos, porque pretendo chegar 6 horas antes do voo.Infelizmente a tertúlia foi suspensa por causa do meu não comparecimento e do meu amigo Roberto Nunes Vieira devido a perda do voo no dia anterior.

Como ela é destemida e não deixa nunca a peteca cair não esmoreceu com o fato imprevisto e, para meu grande gozo, organizou nova tertúlia sobre Variações Linguísticas, prevista para o dia 22 vindouro, conforme atesta o convite anexo. 

Também desta vez estou confiante que embarcarei, porque minha querida amiga Nivia Andres já articulou ações com a minha amiga, a Dona Miquelina Pinto Pacca e seu valoroso marido, o Coronel Epaminondas Albuquerque Pinto Pacca, para que o bombeiro Godofredo amarre a lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, numa mangueira e a deixe trancada num galpão que tem nos fundos da confortável residência dos Pinto Pacca, que fica na Serra da Cantareira e será vigiada pelo meu fiel mordomo, o Max, para que não conspire com a detestável Megera de Queluz (1775-1830). Também tenho outra aliada, a prestimosa e valorosa copeira Hermenegilda, que não mede esforços para deixar os Pinto Pacca e seu eterno noivo, o bombeiro Godofredo, sempre providos da suas suculentas rosquinhas. A Hermê, como a minha querida amiga Nivia a chama, fará rosquinhas especiais para a mexeriqueira mor com um poderoso tranquilizante que a impedirá de conspirar com a Megera de Queluz para melar a nossa ida ao reino distante além-mar.

Cara Stela, as nossas parceiras de ofício Lu Vergueiro e Maria Marujoestarão presentes na tertúlia?

Caloroso abraço! Saudações tertulianas!


João Paulo de Oliveira 

Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus e sem ranços!

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Maria João do Rego Brochado

Fonte:arqtodesca.blogspot.com

Caros confrades passageiros sem véus e com véus!
Com muito gozo apresento a Maria João do Rego Brochado, uma das irmãzinhas do Convento das Redentoras Humilhadas.
Ela recebe seus clientes, digo, devotos, na cela nº 71, do Convento das Redentoras Humilhadas, com hora marcada. Ela é uma das belas da tarde do Convento, que atende seus clientes/devotos de domingo a domingo das 13h30 às 16h30.
Não esqueçam, ao ligarem para o número: 6996-9669, de dizer a senha: Rego Brochado nº 71. Ela aceita como forma de pagamento: cartões de débito e crédito e em espécie: o real, libra esterlina, euro e dólar.Também é possível reservar uma tarde inteira com esta atraente assecla das Ordem das Filhas de Maria sem Calcinhas, através do site: decolar.com
Já que estou a falar numa bela da arte lembrei da imperdível película de 1967, quando uma querida amiga e parceira de ofício, mamava chorava e dormia e vivia sob os cuidados intensivos dos seus entes queridos:

LUZES! CÂMERAS! AÇÃO!