O Todesca está na janela apreciando a paisagem...

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quarta-feira, 27 de maio de 2015

Mais um mimo do Todesca

Fonte: arqtodesca.blogspot.com

Caros confrades/passageiros sem véus e com véus.
Fiquei jubiloso com o comentário que o meu estimado amigo Todesca deixou no seu imperdível blog acima apontado, quando publicou esta encantadora fotografia da minha amada imortal, a inigualável atriz Gene Tierney (1920-1991).
Caloroso abraço. Saudações todeschianas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus e sem ranços.
O comentário é o a seguir transcrito:
Perguntaram para a Gene Tierney,
atá quando ela iria amar o Prof João Paulo....
FOREVER....


Sérgio Todeschini Alves

Caros confrades/passageiros sem véus e com véus.
A lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, está morta de inveja com a surpresa que meu estimado amigo Todesca terá, no dia vindouro, ao receber a visita do Estafeta do meu amado Imperador Dom Pedro II (1825-1891).
Caloroso abraço. Saudações todeschianas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus e sem ranços.

Jorge Magyar


Caros confrades/passageiros sem véus e com véus.

A lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, disse que meu amigo, o erudito e tarimbado sociólogo, Jorge Magyar, é leitor voraz desta revista, bem como tem a coleção completa adquirida quando ele morou cinco anos em São Francisco. Todas as noites ele não consegue ficar sob a égide de Morpheu se não reler uma das edições da sua preciosa coleção.

Caloroso abraço, Saudações "calientes".

Até breve...

João Paulo de Oliveira 

Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus e sem ranços.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Stela Trigo

Caros confrades/passageiros sem véus e com véus.
Meu telefone portátil vibrou.
Preciso dizer quem era?
Claro que era a minha amiga, a dona Miquelina Pinto Pacca (huhummm).
Ela disse que a lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, foi na sexta-feira, no período vespertino, à cartomante, Dolores do Rego Cansanção, que atende numa quitinete, que fica no 20º andar, de um edifício decadente do bairro paulistano do Glicério.
Quando a do Rego deitou as cartas que, segundo ela, não mentem jamais, arregalou seus sedutores olhos verdes, endireitou o sutiã e aproveitou para tirar a calcinha do rego, deu (este é o verbo dileto da lambisgoia, principalmente na 1ª pessoa do presente do indicativo), três gritinhos e depois disse:
- O aloprado Professor Tierneyano descobriu que tem duas sobrinhas lusitanas e parceiras de ofício, a Stela Trigo e a Xana Saraiva. A Stela, além de sobrinha, é parceira de ofício e tornou-se Madrinha do aloprado.
As sobrinhas do aloprado tiveram incontáveis vidas anteriores desde o tempo que eram da espécie Neandertal a mais de 50.000 anos atrás.
Numa das vidas Neandertal ela deixou de existir de maneira trágica, porque foi pisoteada por um mamute e depois seus despojos mortais foram devorados, com sofreguidão, por uma alcateia de famintos tigres dente de sabre.
A carta que acabei de virar revela uma vida passada que a Stela foi Marie Guichon (1653-1628), que depois que contraiu sarna, digo, núpcias, com o nobilíssimo escritor francês Charles Perrault (1628-1703), passou a chamar-se Marie Perrault.
O escritor francês era perdidamente apaixonado pela Marie, que o inspirou a escrever “Chapeuzinho Vermelho” ou, como dizem no reino distante além-mar, “Capuchinho Vermelho”, bem como “Cinderela”. A Marie era muito peralta ou, melhor dizendo, adorava fornicar com os lacaios. Tem três versões sobre como a existência da Marie cessou: porque contraiu varíola ou foi para o beleleu em consequência advindas do parto do 4º filho, mas as cartas, que não mentem jamais, dizem que ela se cansou do Charles, que padecia de ejaculação precoce e fugiu para a Índia com o Pierre Vincent (1652- 1697), um próspero negociante francês da Companhia da Índia Oriental e deixou de existir, porque foi uma das incontáveis vítimas, que morreu afogada devido um tufão na Índia.
A ligação foi interrompida de supetão.
Caloroso abraço. Saudações stelanetes.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus e sem ranços.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Irmãzinhas talentosas


Caros confrades/passageiros sem véus e com véus.
A lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, foi quem eternizou as talentosas irmãzinhas do Convento das Redentoras Humilhadas, que aparecem na fotografia da esquerda para a direita, Modesta do Rego da Purificação, Apolônia Serra do Rego, Marcela Filipa do Rego Curto e na porta está a Carmela Manuela do Rego Delgado, que estão absortas a observar e duas a pintar o sete, digo, a retratar o padre Manolo Picão, que sem titubear aceitou o convite das irmãzinhas para posar. 
Depois que foi retratado o padre Manolo foi às celas das irmãzinhas pintoras para ouvi-las em confissão e depois... Bem, esta é uma outra história, que não poderei contar, porque senão as peçonhentas e mal amadas Senhoras de Santana irão queixar-se ao Bispo.
Caloroso abraço! Saudações artísticas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus e sem ranços.