Bem-vindos ao meu vagão do Expresso do Oriente!!!!!...

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Mais um mimo do Todesca!

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O que nos espera na próxima estação?!...

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Gene Tierney

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Mimo da deusa Afrodite

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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Cine Joia

Caros confrades/passageiros!
Para não ser vítima do exasperante trânsito paulistano e, nestas situações nos dias úteis ( ou seriam inúteis?), sempre deixo minha máquina rodante nas adjacências da estação Jabaquara.
Ao desembarcar na estação Liberdade do Metro, alguns metros depois, na mesma calçada, sentido centro, com a fachada do Cine Joia, que captei e eternizei na fotografia publicada.
Por mais que tenho o hábito de flanar pelo centro velho e expandido da cidade, que na década de 50 e 60 do século passado tinha o slogan: "A cidade que mais cresce no mundo", me surpreendo, porque até o dia em curso não tinha notado a existência deste extinto cinema, que felizmente ainda mantém a fachada!
Nem me atrevo a divagar, para não deixar, aqueles que não apreciam textos longos, incomodados.
Caloroso abraço! Saudações cinéfilas!
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento
PS - Tenho certeza que minha amada imortal, a inigualável atriz Gene Tierney (1920-1921), brilhou nas telas deste cinema....
Caloroso abraço! Saudações cinéfilas!
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento

terça-feira, 22 de abril de 2014

"Descobrimento do Brasil"

Caros confrades/passageiros!
Meu estimado Amigo luso, António Manuel Fontes Cambeta, que reside em Macau e no reino do Sião, publicou no seu blog:
http://cambetabangkokmacau.blogspot.com.br/2014/04/22-abril-1500-descoberta-do-brasil.html
uma circunstanciada matéria alusiva ao "Descobrimento do Brasil".
A seguir transcrevo o comentário que deixei na publicação:
Caro Amigo António Cambeta!
O tenho em alta estima e consideração, como se realmente fosse um irmão um pouco mais velho, todavia sinto profundo constrangimento ao lembrar desta fatídica data, porque meus ascendentes nativos foram dizimados pelos colonizadores por conta da ganância, que ao longo dos séculos de colonização somente tinham como escopo a extração das nossas riquezas naturais e não se importavam em aniquilar a cultura milenar dos autóctnes a custa de muito sangue, suor e lágrimas para tentar inculcar-lhes a rançosa religião que seguiam, bem como seus usos e costumes.
Quereria ser um cavalinho de circo para ver o que aconteceria se uma colonizadora fosse estuprada por um nativo...
Caloroso abraço! Saudações constrangidas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Epístolas Paulianas - Conversando com Joaquim José da Silva Xavier



 Caros confrades/passageiros!
A Epístola Pauliana, transcrita a seguir, veio à luz no ano de 2011.

EPÍSTOLAS PAULIANAS
CONVERSANDO COM O ALFERES JOAQUIM JOSÉ DA SILVA XAVIER (1746-1792)

Diadema, minha amada cidade, 21 de abril de 2014.

Nobilíssimo Senhor Joaquim José da Silva Xavier:

Atrevo-me a interromper seu eterno flanar pelas intermináveis alamedas olimpianas, esperando que esta epístola não o encontre entediado depois de 221 anos nos domínios de Dionísio.
Sempre tive grande apreço pelo Senhor, por conta do papel preponderante que desempenhou na condição de sedicioso, por não tolerar a odiosa derrama, que deixava nossos ascendentes exauridos, no tempo que vivíamos sob a égide da Coroa Portuguesa com certeza, que tinha como escopo a cobiça e a extração das nossas riquezas naturais e pouco se importava com o modo de vida e bem estar dos desamparados e combalidos colonizados.
O motivo para escrever-lhe justamente no dia em curso é porque esta data é Feriado Nacional na República Federativa do Brasil, tendo em vista que lembramos aquele fatídico dia do ano da era comum de 1792, quando Dionísio veio buscá-lo de supetão, porque a Dona Maria I (a louca), então rainha do reino distante além-mar e suas colônias, ordenou sua execução por enforcamento, sem nenhuma compaixão, e para afronta mor seus despojos mortais foram esquartejados. Nunca me esqueço o que aprendi no antigo curso primário, onde me foi inculcado que seus descendentes foram considerados infames até a 5º geração e sua modesta propriedade coberta de sal (que desperdício...).
Na contemporaneidade historiadores questionam a versão oficial, onde o Senhor era considerado um “pé-rapado”, porque vieram à baila documentos que atestam sua condição de endinheirado.
Aliás, falando em versões, que aparecem neste meu tempo de vivência, tem uma que afirma que o Senhor não foi executado [sic]... Bem, somente o Senhor e mais ninguém sabe realmente o que de fato aconteceu, bem com sua real condição de vida, e como ainda não descobriram uma forma de comunicação entre os olimpianos e os mortais, a não ser em sonhos, prefiro ficar com a versão da ordem sumária da Dona Maria I, (a carola)...
Por ironia do destino o neto da Dona Maria I, (a desvairada), o então garboso e promíscuo príncipe Dom Pedro I, proclamou a Independência do Brasil, às margens do córrego do Ipiranga, instaurando a partir de 7 de setembro de 1822 a monarquia (que deleite!), que durou (que pena...) até 15 de novembro de 1889, quando a monarquia foi destituída com o Regime Republicano.
Aproveito o ensejo para pedir-lhe a gentileza em responder-me em sonhos:
- o Senhor, no seu tempo de vivência, já falava fluentemente a língua de Camões ou preferia a Língua Geral?!...
- como era exercer seu nobre ofício ao ter ciência que os torturados, digo, pacientes sentiam dores lancinantes com a extração de dentes?!...
- como era viver num meio social onde a maioria dos seus contemporâneos era inculta?!...
- como era viver sob a égide da Coroa Portuguesa com certeza?!...
- do que consistia seus momentos de lazer?!...
- como era viver sob os rígidos preceitos da Igreja Católica Apostólica Romana (que horror...)?!...
Não pretendo versar mais amiúde sobre minha contemporaneidade, todavia lhe digo que temos um “conforto” inimaginável quando estava entre nós, que é lançarmos para muito longe das nossas moradas nossos dejetos por canos onde a água os escoa com fluidez e em sua maioria são tratados em locais apropriados, mas causamos danos ambientais, que colocam em risco nossa sobrevivência... Quero somente informá-lo que apesar de termos nos livrado do nefasto monopólio do reino distante além-mar ainda somos vítima da derrama moderna, tendo em vista que são confiscados dos nossos parcos proventos uma quantia exorbitante e não temos nem como consolo reclamar para o Bispo.
Existe uma forma de entretenimento entre nós que eu chamo “A Fascinante Arte das Imagens em Movimento”, onde um brilhante patrício, o distinto cidadão Sérgio Bianchi, produziu a película “Quanto vale ou é por quilo?”, que desvela sem titubear que apesar dos avanços tecnológicos, continuamos com os mesmos problemas que o afligiam.
https://www.youtube.com/watch?v=fZhaZdCqrHg
Não sei se o Senhor interage com os novos habitantes olimpianos, em caso afirmativo se ainda não conheceu espero que conheça, com celeridade, os também nobilíssimos estadistas, os inesquecíveis André Franco Montoro (1916-1999) e Mário Covas Júnior (1930-2001)!
Aliás, falando no probo estadista Mário Covas Júnior, se ele estivesse entre nós completaria neste dia tão fatídico para o Senhor, 84 anos ( que saudades destes ilustres patrícios, que também deixaram marcas indeléveis na nossa amada Pátria...).
Espero que ao chegar o fatídico dia que Dionísio me levar aos seus domínios possa contatá-lo sem delongas, porque com sua experiência olimpiana bicentenária minha adaptação será mais célere!
Ah! O Senhor também precisa conhecer meu diletíssimo amigo, o historiador Wanderley dos Santos, que nos deixou desolados no dia 16 de janeiro de 1996, porque ele tem fatos do arco-da-velha para lhe contar.
Respeitoso e caloroso abraço! Saudações inconformadas!
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento
 
PS - Quem me dera se meu saudoso avô materno, o Sr. Júlio Xavier Pinheiro (1884-1966), paulistano do bairro de Santana, fosse seu descendente.
Convide o Wanderley dos Santos (1951-1996) para assistir esta outra imperdível película, porque por motivos alheios a vontade dele não foi possível assisti-la quando estava entre nós.
                    LUZES! CÂMERAS! AÇÃO!

domingo, 20 de abril de 2014

Reminiscências dolorosas

Caros confrades/passageiros!
Sinto um profundo constrangimento de saber que meus ascendentes viveram por 300 anos sob a égide da escravidão, bem como fortunas foram alicerçadas a custa de muito sangue, suor e lágrimas.
Caloroso abraço! Saudações constrangidas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento

sábado, 19 de abril de 2014

Tributo a saudosa Ana Maria Gonçalves Pravadelli

Caros confrades/passageiros!
Na quinta-feira, no intervalo do café do curso de Espanhol, que faço no SINESP - Sindicato dos Especialistas de Educação do Ensino Público do Município de São Paulo, no colóquio que tive com minha parceira de ofício, Marta Held, que também está matriculada no mesmo curso, ao dizer-lhe que estava com saudades da nossa parceira de ofício, também aposentada, Ana Maria, ela olhou-me com espanto e disse:
- você não soube que a Ana Maria faleceu?
Fiquei sem chão e por alguns segundos, que pareceram uma eternidade, fiquei também sem ação...
Tive uma convivência profissional com a Ana Maria de aproximadamente 9 anos e neste período, para minha gratíssima satisfação, a via pelo menos duas vez por mês, nas formações pedagógicas que ela conduzia - COM BRILHANTISMO - na Diretoria Regional de Educação Santo Amaro, onde era responsável, no DOT/P - Divisão de Orientação Técnica Pedagógica, pela formação dos Coordenadores Pedagógicos, que mediavam e facilitavam a ação pedagógica dos regentes do ciclo II, nas escolas que eram lotados e estavam em exercício no rol de atribuições dos seus árduos/fascinantes ofícios.
Ela também era responsável pela formação dos Coordenadores Pedagógicos do ciclo I, no que tange ao componente curricular de Ciências.
As fotografias abaixo captaram e eternizaram momentos de uma formação pedagógica, que ela e equipe nos deram a prerrogativa de ter na EMEF Profª Amélia Rodrigues de Oliveira, onde me aposentei no cargo de Coordenador Pedagógico.
A Ana Maria era uma pessoa cultíssima, boníssima, elegantíssima, solidária, compreensiva e tinha um toque de classe digno inigualável, bem como nunca, jamais, em tempo algum, criticou e classificou os Coordenadores Pedagógicos de incompetentes ao analisar os índices do desempenho dos educandários, como fazia a outra peçonhenta formadora, que eu detesto e chamava nos bastidores de "Bruxa Má do Oeste"...
Na minha condição de incrédulo, quando a existência de um ser vivente cessa, principalmente daqueles que eu tinha em alta estima e consideração, fico aniquilado, porque tenho convicção que eles somente estarão na memória dos seus entes queridos, amigos e nos séculos do porvir cairão no esquecimento...
Enquanto este reles escrevinhador outonal e insulso professorzinho primário aposentado, bem como coordenador pedagógicio aposentado viver a Ana Maria Gonçalves Pravadelli estará na minha memória, a não ser que eu seja acometido da apavorante doença de Alzheimer...
Caloroso abraço! Saudações pravadellianas!
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento