O Todesca está na janela apreciando a paisagem...

O Todesca está na janela apreciando a paisagem...

Expresso do Oriente

Expresso do Oriente

Todos a bordo

Todos a bordo

Restauração e colorização de fotografias.

Restauração e colorização de fotografias.
Caros amigos sem véus e com véus. Com muito gozo divulgo os valiosos préstimos profissionais do meu estimado amigo Reinaldo Elias, que tornou-se um tarimbado especialista em restauração e colorização de fotografias. Pelo criterioso trabalho, que envolve pesquisa e arte os preços cobrados pela restauração e colorização são módicos. Para solicitarem os valiosos préstimos profissionais entrem em contato com o meu querido amigo através do endereço eletrônico: rjelias200@yahoo.com.br Meus outonais olhos estão em água ao lembrar do já distante ano de 1962, quando minha amada e saudosa mãe me levou a uma filial das Casas Pirani, que ficava na Avenida Celso Garcia, para que seu bebezinho nº 6 fosse eternizado nesta fotografia. Embarcamos num trem de subúrbio, um reluzente trem prateado, na Estação de Santo André e desembarcamos na Estação paulistana do Brás. Lembro como se fosse hoje que levei um beliscão da minha genitora, porque eu queria a todo custo embarcar num bonde para chegar as Casas Pirani. Como eram poucas quadras de distância fomos caminhando até o paraíso do consumo. Saudades das Casas Pirani... Ontem, contei ao meu dileto amigo Gilberto Calixto Rios da minha frustração de nunca ter embarcado num bonde paulistano, que para o meu profundo desencanto teve a última linha desativada no ano de 1968, quando estávamos no auge dos nefastos e malditos anos de chumbo. No ano que fui eternizado nesta fotografia fazia sucesso estrondoso na fascinante Arte das Imagens em Movimento a película "Rome Adventure", aqui intitulada "Candelabro Italiano": https://www.youtube.com/watch?v=yLqfxLPga2E que assisti no extinto Cine Carlos Gomes, na condição de vela zeloso das minhas amadas irmãs mais velhas, a Dirce Zaqueu, Jô Oliveira e Maria Inês. Também no ano de 1962 minha diletíssima e saudosa cantora Maysa (1936-1977) deixava sua legião de fãs enternecida com a canção: https://www.youtube.com/watch?v=BeJHOAbkJcg Mãe, sempre te amei, amo e amarei. Saudades... Saudades... Saudades... Caloroso abraço. Saudações emocionadas. Até breve... João Paulo de Oliveira Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços, com muita imaginação e com muito gozo. PS - Apesar dos pesares acho que continuo um petiz sonhador e esperançoso de um novo dia aos moldes da inesquecível personagem Scarlett O' Hara... Max, traga meus sais centuplicado.

Miniconto

Miniconto
Depois que minha neta me eternizou nesta fotografia o telefone tocou. Ao atender a ligação fiquei aterrorizado ao reconhecer a voz de Hades...

Mimo da Monika

Mimo da Monika
O que nos espera na próxima estação?

A viagem continua

A viagem continua
O quie nos espera na próxima estação?

Lambisgoia da Agrado

Lambisgoia da Agrado
Caros confrades/passageiros sem véus e com véus. A lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, me surpreendeu porque não a vi trepar (nem preciso dizer que ela adora o outro significado deste verbo principalmente no presente do indicativo) no topo da locomotiva para se exibir e me ofuscar. Caloroso abraço. Saudações exibidas. Até breve... João Paulo de Oliveira Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços e com muita imaginação.

Fonte: arqtodesca.blogspot.com.br

Fonte: arqtodesca.blogspot.com.br
Caros confrades passageiros. O pertinaz duende Himineu, que trabalha - com muito afinco para o Todesca - captou e eternizou o momento que a lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, estava reflexiva a apreciar a paisagem no vagão restaurante do Expresso do Oriente sob meu comando. Caloroso braço. Saudações reflexivas. Até breve... João Paulo de Oliveira Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

Fonte: arqtodesca.blogspot.com.r

Fonte: arqtodesca.blogspot.com.r
Todos a bordo... A viagem continua...

Blogs todeschinianos

Blogs todeschinianos
Fonte: arqtodescadois.blogspot.com.br "Sonhei que o vagão joaopauloinquiridor.blogspot.com havia caído de uma ponte que ruíra... Mas, foi só um pesadelo..." Caros confrades/passageiros! Não me canso de divulgar os imperdíveis blogs do Todesca: arqtodesca.blogspot.com.br arqtodescadois.blogspot.com.br que são Oásis num deserto de alienação cibernética. É louvável a pertinácia deste notável, tarimbado e erudito ser vivente, que brinda seus felizardos leitores com ecléticas publicações que deixam patente sua vasta erudição e bem viver. Caloroso abraço. Saudações todeschinianas. Até breve... João Paulo de Oliveira Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

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sábado, 25 de março de 2017

De que são feitos os dias?

De Que São Feitos os Dias?

De que são feitos os dias?
- De pequenos desejos,
vagarosas saudades,
silenciosas lembranças.

Entre mágoas sombrias,
momentâneos lampejos:
vagas felicidades,
inactuais esperanças.

De loucuras, de crimes,
de pecados, de glórias
- do medo que encadeia
todas essas mudanças.

Dentro deles vivemos,
dentro deles choramos,
em duros desenlaces
e em sinistras alianças...

Cecília Meireles, in 'Canções'
 

sexta-feira, 24 de março de 2017

Furtos no Cemitério-Museu de Vila Euclides

Caros confrades passageiros.
Estou exasperadíssimo, porque ontem, na calada da noite, meliantes violaram o jazigo da Família Fabbrini, ao furtarem uma belíssima e valiosa obra de arte alusiva ao Bom Jesus, único exemplar no Cemitério-Museu de Vila Euclides a representar Jesus sentado e reflexivo. Quem me avisou do ato ilícito foi o atuante construtor sepulcral Iran Miudinho, que de pronto enviou-me foto da violação sepulcral.
Assim que soube do infausto acontecimento avisei meus primos da Família Fabbrini. A informação da administração do sepulcrário é que a família deve registrar Boletim de Ocorrência de furto, através da internet, mas a atual matriarca da família, a Silvia Fabbrini, tentou o registro, mas foi indeferido, sob a alegação de que este delito merece uma investigação circunstanciada e deve ser registrado numa Delegacia de Polícia mais próxima.
Na semana passada foi furtado um vaso do jazigo do meu avô paterno o Sr. João Paulo de Oliveira (1885-1947).
Minhas saudosas tias, Carmem Pedroso Fabbrini (1909-2001) e Noêmia de Oliveira Fabbrini (1916-2001), sempre me diziam que o sogro delas, o Sr Fabrízio Fabbrini, teve a triste incumbência de tornar-se permissionário do jazigo da sua família no ano de 1928, quando sua amada genitora partiu. As minhas amadas e saudosas tias também diziam que os irmãos Fabbrini, em meados da década de 60, decidiram se cotizar para construírem o imponente jazigo, acrescido da belíssima obra de arte furtada.
Consegui encontrar fotografias que eternizaram momentos do Dia de Finados, do ano passado, onde tive a satisfação de encontrar meus queridos primos, Maria Anita, que carinhosamente chamarmos de Marina, Carlos Fabrini, Cristina Patriarca e o Fabricio Patriarca.
Sei que é um incômodo registrar um Boletim de Ocorrência numa Delegacia de Polícia, mas é a única forma factível para que a polícia possa iniciar as investigações. 

Até as luminárias que foram instaladas - recentemente - no entorno da Capela foram furtadas.
O que me deixa aturdido é que o jazigo da família Fabbrini está localizado no entorno da Capela...
Esta nova onda de furtos começou a ocorrer na semana passada. Caloroso abraço. Saudações amuadas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Epístolas Paulianas


Diadema, 22 de março de 2017.

Epístolas Paulianas
Conversando com o insaciável Leão do Imposto de Renda

Idolatrado Leão.
Tenho o atrevimento de chegar a presença de Vossa Sumidade, para que saibas o gozo mor - que tive - ao transmitir minha declaração de Imposto de Renda, antes da chegada das sombras da noite do dia em curso.
Que júbilo indelével ter ciência que, além do confisco mensal dos meus proventos, ainda tenho a prerrogativa de contribuir com mais um quinhão - no ato solene que espero com sofreguidão - para que não fiques com a impressão que nem em pensamento ousei burlar a vigilância incessante dos vossos zelosos guardas palacianos, que estão em permanente prontidão para colocar no pelourinho, digo, malha fina, aqueles contribuintes que - com dolo ou sem dolo - tiveram a audácia de entregar o atestado de derrama com omissões.
Estou cônscio que Vossa Sumidade saberá gerir - com equidade - a derrama arrecadada, como o escopo de proporcionar aos meus patrícios serviços públicos de excelência, que causam inveja nos países escandinavos.
Acho que Vossa Sumidade já tomou as cautelas de praxe para não ingerir carne putrefata.
Insaciável Leão dos Leões de todos os Leões do multiverso, antes da minha petulância de chegar a vossa augusta presença revi a imperdível e inquietante película:

 Temeroso abraço. Saudações derramadas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Cursos mininistrados pelo Museu Paulista da USP

                                                            Foto: Gilberto Calixto Rios.
Caros confrades passageiros.
Meus estimados amigos Gilberto Calixto Rios e Francisco Carlos G Azevedo foram felizardos partícipes de um curso promovido pelo Museu Paulista da USP, amplamente divulgado pela pertinaz Stella Maniga.
Apesar de estar inscrito no curso, fiquei no cruciante dilema da poesia "Ou Isto ou Aquilo", porque também no mesmo bat horário tinha uma reunião da Comissão de Aposentados do SINESP. O que me deixou revigorado foi saber que precisou de cadeiras extras, providenciadas pela Stella, para comportar o número de inscritos que ultrapassou o previsto.
Que tal fazermos ponto de encontro nestes imperdíveis cursos.
Caloroso abraço. Saudações participativas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticdade e gozo.

terça-feira, 21 de março de 2017

Miniconto

                                                 Fonte:arqtodesca.blogspot.com.br


Helga, Evelin e Mariele não ficaram estupefatas quando souberam que o pai delas também era...

segunda-feira, 20 de março de 2017

Outro viés...


Fonte: arqtodesca.blogspot.com.br
Fonte da fotomontagem: Gloria Policano.

Caros confrades passageiros.
O maior erro da vida da Kay foi deixar de ser cantora do meu  bar para viver com o fazendeiro Matt Calder e seu filho Mark, porque ela não aguentou seis meses de vida em comum com o Matt, tendo em vista que além de padecer de ejaculação precoce, chulé exacerbado, ronco, flatulência noturna, urinava da janela do quarto com pontaria no terreiro.
Pobrezinha da Kay, porque tinha que estrangular e depenar galinhas, buscar água no rio, ordenar vacas, arar o campo, adubar a plantação de hortaliças...
Fiquei jubiloso quando a vi adentrar radiante e sensual no meu bar a pedir o antigo emprego de volta.
Claro que aceitei - sem titubear - e Kay foi muito feliz comigo, porque não padecia dos males que afligia o parvo do Matt e, para seu gozo mor, tinha constantes orgasmos múltiplos. 
O Matt até que implorou para que a Kay retornasse à fazenda, mas ela disse que estava muito feliz em ser cantora do meu bar e viver comigo com constantes orgasmos múltiplos.
Caloroso abraço. Saudações cinéfilas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

domingo, 19 de março de 2017

Saudações poéticas.

Caros confrades passageiros.
Sempre que declamava esta enternecedora poesia para os meus amados ex-regidos - no final - meus agora outonais olhos ficavam em água.
Caloroso abraço. Saudações ceciliameirelesianas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

sábado, 18 de março de 2017

Amelinha


Caros confrades passageiros.
Não me conformo com a triste sina da Amelinha, bem como com a hipocrisia do Padre Amaro.
Saudades da Amelinha...
Caloroso abraço. Saudações inconformadas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

quarta-feira, 15 de março de 2017

terça-feira, 14 de março de 2017

Saudades infindas da razão da minha existência

Diadema, 14 de março de 2017.
Epístolas Paulianas
Conversando com a razão da minha existência.

Mãe, Mãe, Mãe, Mãe, Mãe, quanto mais o tempo passa mais a dor da saudades aumenta, principalmente em dias - como o de hoje - a dor da saudade vem com intensidade, porque se a Senhora estivesse entre nós, completaria 94 anos.
Fico cá divagar do auspicioso dia 14 de março de 1923, quando este maltratado e fascinante mundo a viu chegar à luz, no bairro paulistano de Santana. Imagino o júbilo do avô Júlio Xavier Pinheiro (1884-1966) e da avó Belmira Pedroso (1900-1985), quando sua bebezinha primogênita chegou e vivia, sequinha, limpinha, cheirosinha, para a alegria dos seus genitores e demais entes queridos.
A Senhora foi uma mãe extremosa, que nunca mediu esforços para que seus seis bebezinhos, que não foram para o beleleu no tempo de infante (Infelizmente o primeiro bebezinho - certamente para seu profundo desgosto - viveu apenas quatro horas do fatídico dia 18 de novembro de 1942) tornassem cidadãos plenos e probos.
Para o desgosto profundo dos seus desolados e desamparados seis bebezinhos, aquele deus desalmado, Hades, veio buscá-la
- sem delongas - no também fatídico dia 24 de outubro de 2008.
Mãe, peço-lhe perdão pelas noites que a Senhora não dormia até que o bebezinho nº 6 chegasse em casa, pelos seus cuidados intensos quando seus bebezinhos adoeciam.
Também peço - encarecidamente - perdão por dar-lhe o desgosto profundo de tornar-me incrédulo, mas apesar de pedir perdão, continuarei na condição de incrédulo até o dia que acontecer o milagre de dar-lhe um afetuoso, sentido e saudoso abraço e dizer:
- Mãe, que júbilo mor sentir seu aconchegante colo de novo...
Mãe, nunca esqueço quando eu chegava em casa e dizia um rol de entes queridos que não estão mais entre nós e a Senhora dizia exasperada:
- Não presta falar em que já foi. Agora eles repousam em paz no "campo santo" de Vila Euclides.
Ainda bem que seu bebezinho nº 6 sempre foi sapeca, levado da breca e - às vezes - desobediente, porque se seguisse à risca sua recomendação sua memória não viria à baila.
Sempre falo da Senhora para os meus amados netos, bem como do seu amor incondicional pelos seus bebezinhos.
Espero que eles cultuem sua memória no século XXII...
Mãe, que saudades do seu imenso amor e zelo.
Mãe, sempre a amei, amo e amarei.
Peço-lhe a bênção.
Volte, mãe, volte...
Seu bebezinho nº 6 desolado e desamparado.
Apertado e sentido abraço. Saudações saudosíssimas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

PS - Mãe, mande lembranças para o seu bebezinho primoigênito, Benedito Edmundo, o avô Júlio, a avó Belmira, da avó Maria, do João Paulo, as tias Cida, Antônia, Nôemia, Carmem, Palmira, aos tios Toninho, Ecelêncio, Antônio, Humberto, Candinho, Pedro, Floriano, Jorge, Joaquim , para a Gene Tierney, Carmem Miranda, Cacilda Becker, Luchino Visconti, Giulietta Masina, Lauren Bacall...

Película mojicaiana de 1969

 
Caros confrades passageiros.
A lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, disse que o Luiz Bortolo, Luluzinho para os íntimos, é amicíssino do nobilíssimo Zé do Caixão e fez o papel do sádico mor nesta película.
Caloroso abraço. Saudações sanguinárias.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Miniconto

Fonte: arqtodesca.blogspot.com.br

Eles não foram felizes para sempre...

domingo, 12 de março de 2017

Divagações


Caros confrades passageiros.
Fico cá a divagar...
O que será que deixará surpreendido - no século
XXII - meu amado neto ao ver seu suposto bisneto a interagir com uma tecnologia cibernética inimaginável na contemporaneidade?
Como será que meu bisavô paterno, o Sr. José Pedroso de Oliveira (1846-1906), que foi o fundador do bairro, agora diademense de Piraporinha, reagiria ao ver um descendente entretido com um objeto retangular iluminado azulado?
Max, traga meus sais centuplicado diluídos numa xícara de chá de assombro.
Caloroso abraço, Saudações atônitas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

PS - Será que no século XXII meus descendentes cultuarão esta película?

sábado, 11 de março de 2017

Milton Saldanha

"Indústria da multa mostra insensatez
Milton Saldanha, jornalista
Sem nenhuma frescura, sou um motorista tranquilo. E procuro ser gentil no trânsito, principalmente com pedestres, para ajudar a passar bom exemplo. No entanto, acredite, estourei meus pontos com multas. E estou pendurado, no Detran, com a CNH presa por dois meses.
Aí fico sabendo que não sou caso raro. Será mais fácil, em São Paulo, perguntar quem não está na mesma situação.
Por mais que o ex-prefeito Haddad negue que tenha montado uma indústria de multas, não há como negar que isso aconteceu mesmo. Pois, vias expressas, como as marginais, com velocidade reduzida a 50 por hora, sem um limite razoável de tolerância ao suposto excesso, só reproduzem a insensatez de quem inventou isso.
Para começar, existe o fator segurança. Na madrugada, por exemplo, esta velocidade permite que qualquer motoqueiro assaltante encoste ao lado do seu carro e mande parar. Aí você tem que escolher entre o bandido e a multa. Porque a mesma autoridade que inventou essa estupidez não lhe deu proteção policial adequada.
Estou muito curioso para saber o quanto subiu a arrecadação de multas em São Paulo. Isso faz parte da previsão orçamentária da receita municipal, um absurdo.
Não sou contra controles e limites. Mas não consigo admitir a insensatez. A prova é que todas as multas que levei, por “excesso de velocidade”, não passam de quebrados, tipo 3, 4 ou 5 quilômetros acima do limite de 50. Não se verá sequer alguma multa a 70 por hora, muito menos a 90 ou 120. Logo, meu histórico não configura um motorista imprudente e infrator contumaz.
Quem dirige na cidade sabe que em determinados momentos você é obrigado a acelerar, para sair de uma situação de risco. Não raro isso acontece justamente perto de um radar. É o momento em que se ferra.
Por falar nele, o radar, seria interessante verificar a aferição desses aparelhos. Recentemente um deles foi descoberto, na avenida M`Boi Mirim, completamente desregulado, multando os ônibus na faixa exclusiva. Os motoristas perceberam a sacanagem e reclamaram. Foram verificar e, de fato, o radar estava mal aferido. Mas contra os motoristas, claro. Tiveram que cancelar todas as multas. Então cabe a pergunta: era só este radar? Quem garante que outros não estão na mesma situação?
Ao ter sua CNH temporariamente suspensa, você descobre que está também sendo vítima de três punições simultâneas, e isso é uma ilegalidade. 1) Pagou as multas. 2) Tem que cumprir uma suspensão, que pode variar de um mês a dois anos, conforme a infração. 3) Tem que fazer um cursinho de reciclagem.
Causa espanto, no país da propina e da impunidade dos grandes corruptos, tanto rigor com o cidadão comum. Muitas vezes porque levou uma multa por não ter percebido a mudança brusca do limite em determinado trecho. Se eles tivessem o mesmo rigor para lidar com o dinheiro público seria bem mais interessante, suponho. Idem para coibir os chamados jeitinhos, através de despachantes que oferecem publicamente “soluções” para qualquer problema do trânsito. Como, cara pálida? Tem algo de podre nisso, que precisa ser investigado.
Uma última palavra, sobre o cursinho. A intenção é boa, como medida educativa. No entanto, o cursinho é um festival de bobagens e incompetência, com pegadinhas.
Qualquer ensinamento tem que primar pela clareza e objetividade. Jamais com questões dúbias, que podem induzir a pessoa ao equívoco.
Numa só palavra, o cursinho é uma merda.
SUGESTÕES
Primeira: coloquem o atual cursinho no lixo e contratem pessoas competentes para elaborar um novo, que cumpra de forma eficiente e útil sua função educativa
Segunda: uma anistia geral a todos que estão com suas CNHs suspensas ou em situação de suspensão. Com base nas mudanças de critérios da nova gestão municipal. Isso torna sem sentido as multas aplicadas pelo critério anterior. A não ser que estejam brincando com a gente.
Milton Saldanha
Jornal Dance, editor"


Resposta
Querido Amigo Milton Saldanha, bom dia.
No ano de 2003 também fui suspenso do direito de dirigir - por dois meses - por ter cometido infrações similares as suas.
Claro que na ocasião fiquei exasperado, mas depois considerei altamente salutar a suspensão, porque foi um divisor de águas no modo de conduzir minha máquina rodante. Depois desta mudança radical, em 2003, conto nos dedos da mão esquerda - e sobram dedos -  o número de multas que me foi imputada, a última foi no dia 22 de outubro de 2013, quando foi publicada minha aposentadoria e para comemorar trafegava na Rodovia Rio Santos a caminho de Paraty e  fui flagrado por um zeloso policial rodoviário, ao fazer uma ultrapassagem proibida antes e chegar na cidade de Caraguatatuba.
Você, como motorista consciente que é, certamente testemunha incontáveis infrações de trânsito, quando está a bordo da sua máquina rodante ou então num transporte coletivo.
No meu viés a tão propalada "Indústria de Multas" é apenas uma nesga de um gigantesco volume de infrações de trânsito que não são flagradas por radares ou por zelosos homens da Lei.
Caloroso abraço. Saudações divergentes.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Lua Cheia

Foto nº 2 - Gilberto Calixto Rios.
  
Caros confrades memorialistas.
Ao  me deparar com a Lua Cheia, no dia findo, fiquei cá a divagar, que se o nosso satélite natural não existisse, a vida - no planeta Terra - não seria possível com a extraordinária diversidade vigente e, evidentemente, nossa existência não seria factível.
Max, traga meus sais centuplicado diluídos numa xícara de chá de assombro.
Caloroso abraço. Saudações lunáticas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

PS - Já que estou a falar do nosso satélite natural lembrei da inesquecível cantora e canção:

quinta-feira, 9 de março de 2017

Ideologia de gênero

Caros confrades passageiros.
Digo de forma centuplicada S I M a Ideologia de Gênero.
Caloroso abraço. Saudações antirranços.
Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

quarta-feira, 8 de março de 2017

De salto alto

Caros confrades/passageiros.
A lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, disse que a Duquesa da Cornualha, Marilva Gonçalves, tem pares de sapatos de salto alto parecidos com os que as distintas e elegantíssimas passageiras metroviárias calçam. Ela também reitera que Imelda Marcos morria de inveja da cobiçadíssima coleção sapatal da Duquesa da Cornualha. 
Já que estou a falar de salto alto lembrei da imperdível película almodoviana "Tacones Lejanos:
LUZES! CÂMERAS! AÇÃO!
Caloroso abraço. Saudações calçadas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

terça-feira, 7 de março de 2017

Eguinha de circo

Caros confrades passageiros.
A lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, disse que quereria ser uma eguinha de circo, para saber em qual sessão dos imperdíveis blogs do sapiente e tarimbado Todesca:
arqtodesca.blogspot.com.br
arqtodescadois.blogspot.com.br
seria publicada esta cena animada.
Max, traga meus sais centuplicado diluídos numa xícara de chá de curiosidade.
Caloroso abraço. Saudações curiosas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

As aparências virtuais enganam

Caros confrades passageiros.
Sinto calafrios e estou horrorizado em constatar até que ponto podem chegar as interações virtuais, que perdem o prumo em situações de luto.
Max, traga-me os asseclas do nobilíssimo Sigmund Freud (1856-1939), numa conferência especialista em interações virtuais, que vai além do luto.
Caloroso abraço. Saudações estupefatas.

Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, céu e atividades ao ar livre

segunda-feira, 6 de março de 2017

Coxia cibernética


Fotos: Roberto Nunes Vieira.

Caros confrades passageiros.
Senta que lá vem história, como diz minha estimada amiga Juju Ferreira.
Caros amigos.
Apesar de ser agnóstico, tive uma experiência inexplicável, na memorável tarde do dia em curso, porque ao ser um dos milhares de felizardos visitantes da Exposição em foco no Itaú Cultural, quase no final da visitação, quando adentrei num espaço que poderia ser considerado uma linha tênue do palco e da coxia, senti um calafrio, que deixou minha garganta seca, ao supor que ouvi a voz inconfundível da inesquecível e nobilíssima atriz Cacilda Becker (1921-1969):
CB - JP, sei que por motivos alheios a sua vontade não deu continuidade a sua carreira de ator amador, que teve início no ano de 1972, por conta da iniciativa do seu amigo e colega dos bancos escolares, Vasni Sanches, no então grupo de teatro do I.E.E.João Ramalho, porque tenho certeza seria um conceituado ator profissional, mas aqui no Olimpo até as asseclas da Cassandra são suas fãs porque - além de ser um ator nato - você é também um escritor talentoso, pupilo de Baco, Afrodite e Bocage.
JP - CB, não acredito no que meus outonais e caquéticos ouvidos
- que precisam de aparelhos auditivos - ouvem com interferências.
CB - JP, independentemente da sua deficiência auditiva leve, reitero que você tem talento, fiz questão de aproveitar um interstício das minhas apresentações eternas no Olimpo para alertá-lo que deve ter muita, mas muita cautela, com as detestáveis e inaceitáveis maledicências correntes nas coxias cibernéticas - contra sua pessoa - promovidas por aqueles(as) que morrem de inveja, porque você tem como lema ser um vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.
JP - CB, muitíssimo obrigado pela deferência em deixar-me ciente do ranço vigente nas coxias cibernéticas... Acho que esta inesquecível canção vem bem a calhar:

O que me espera na próxima parada?
Max, traga meus sais centuplicado diluídos numa xícara de chá de inconformismo.
Caloroso abraço. Saudações intolerantes.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

domingo, 5 de março de 2017

Letramento

Caros confrades passageiros.
Como sempre digo, as competências leitora e escritora começam assim.
Que júbilo ver meu neto, o João Paulo Trineto, em situação de letramento.
Caloroso abraço. Saudações leitoras.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

sábado, 4 de março de 2017

Nota de falecimento


Aos entes queridos e legião de amigos da inesquecível Teresa.
Lastimo profundamente o infausto.
Conheci - pessoalmente - a distinta Teresa num encontro de amigos bloguistas em Monte Real, que fica no reino distante além-mar. No breve colóquio presencial, que mantive com ela e seu valoroso marido, fiquei encantado em conhecê-los.
À família enlutada e legião de amigos, minhas condolências.
Desejo-vos muita, mas muita força, para suportarem o doloroso transe.
Que tristeza profunda... Tão doce... Tão meiga... Tão amiga...
Como pode uma mente brilhante desaparecer?
Por que tem que ser assim?
Saudades infindas.
Compungidamente...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

Terapia ocupacional

Caros confrades memorialistas.
Estou no trâmite para legalizar uma franquia com o escopo de disponibilizar um novo produto no mercado: enxugamento de gelo.
As minhas queridas amigas e parceiras de ofício, Celeste Silva, Marilia Sirolli, Simone Santos Anjos e Vanda Felix, serão minhas sócias, bem como minha sobrinha Simone Bello Gimenez e minhas amigas Juju Ferreira e Gloria Policano.
Aceito mais adesões.
Caloroso abraço. Saudações bem enxugadas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

sexta-feira, 3 de março de 2017

Miniconto



Nobilíssimo pintor francês, Henri de Toulouse Lautrec (1864-1901).
Obra de arte de 1888.
Fonte: arqtodesca.blogspot.com.br


Anne-Marie era governanta na imponente mansão da família do Conde de Fézensac e era perdidamente apaixonada pela camareira Apolline, que suspirava de paixão pelo mordomo Marcel, que era apaixonado pelo jardineiro Maurice.

A governanta vivia em estado de melancolia por saber que jamais teria nos seus braços a Apolline e, por este motivo, nos dias de folga ia no bistrô para ficar sob a égide de Baco, para tentar atenuar a melancolia que sentia por conta da paixão recolhida. Depois de sorver metade de uma garrafa de vinho ela olhou para a entrada do bistrô e ficou rubra, porque viu o grande amor de sua vida entrar desacompanhada no bistrô. Quando Apolline viu Anne-Marie ficou...

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