O Todesca está na janela apreciando a paisagem...

O Todesca está na janela apreciando a paisagem...

Expresso do Oriente

Expresso do Oriente

Todos a bordo

Todos a bordo

Restauração e colorização de fotografias.

Restauração e colorização de fotografias.
Caros amigos sem véus e com véus. Com muito gozo divulgo os valiosos préstimos profissionais do meu estimado amigo Reinaldo Elias, que tornou-se um tarimbado especialista em restauração e colorização de fotografias. Pelo criterioso trabalho, que envolve pesquisa e arte os preços cobrados pela restauração e colorização são módicos. Para solicitarem os valiosos préstimos profissionais entrem em contato com o meu querido amigo através do endereço eletrônico: rjelias200@yahoo.com.br Meus outonais olhos estão em água ao lembrar do já distante ano de 1962, quando minha amada e saudosa mãe me levou a uma filial das Casas Pirani, que ficava na Avenida Celso Garcia, para que seu bebezinho nº 6 fosse eternizado nesta fotografia. Embarcamos num trem de subúrbio, um reluzente trem prateado, na Estação de Santo André e desembarcamos na Estação paulistana do Brás. Lembro como se fosse hoje que levei um beliscão da minha genitora, porque eu queria a todo custo embarcar num bonde para chegar as Casas Pirani. Como eram poucas quadras de distância fomos caminhando até o paraíso do consumo. Saudades das Casas Pirani... Ontem, contei ao meu dileto amigo Gilberto Calixto Rios da minha frustração de nunca ter embarcado num bonde paulistano, que para o meu profundo desencanto teve a última linha desativada no ano de 1968, quando estávamos no auge dos nefastos e malditos anos de chumbo. No ano que fui eternizado nesta fotografia fazia sucesso estrondoso na fascinante Arte das Imagens em Movimento a película "Rome Adventure", aqui intitulada "Candelabro Italiano": https://www.youtube.com/watch?v=yLqfxLPga2E que assisti no extinto Cine Carlos Gomes, na condição de vela zeloso das minhas amadas irmãs mais velhas, a Dirce Zaqueu, Jô Oliveira e Maria Inês. Também no ano de 1962 minha diletíssima e saudosa cantora Maysa (1936-1977) deixava sua legião de fãs enternecida com a canção: https://www.youtube.com/watch?v=BeJHOAbkJcg Mãe, sempre te amei, amo e amarei. Saudades... Saudades... Saudades... Caloroso abraço. Saudações emocionadas. Até breve... João Paulo de Oliveira Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços, com muita imaginação e com muito gozo. PS - Apesar dos pesares acho que continuo um petiz sonhador e esperançoso de um novo dia aos moldes da inesquecível personagem Scarlett O' Hara... Max, traga meus sais centuplicado.

Miniconto

Miniconto
Depois que minha neta me eternizou nesta fotografia o telefone tocou. Ao atender a ligação fiquei aterrorizado ao reconhecer a voz de Hades...

Mimo da Monika

Mimo da Monika
O que nos espera na próxima estação?

A viagem continua

A viagem continua
O quie nos espera na próxima estação?

Lambisgoia da Agrado

Lambisgoia da Agrado
Caros confrades/passageiros sem véus e com véus. A lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, me surpreendeu porque não a vi trepar (nem preciso dizer que ela adora o outro significado deste verbo principalmente no presente do indicativo) no topo da locomotiva para se exibir e me ofuscar. Caloroso abraço. Saudações exibidas. Até breve... João Paulo de Oliveira Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços e com muita imaginação.

Fonte: arqtodesca.blogspot.com.br

Fonte: arqtodesca.blogspot.com.br
Caros confrades passageiros. O pertinaz duende Himineu, que trabalha - com muito afinco para o Todesca - captou e eternizou o momento que a lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, estava reflexiva a apreciar a paisagem no vagão restaurante do Expresso do Oriente sob meu comando. Caloroso braço. Saudações reflexivas. Até breve... João Paulo de Oliveira Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

Fonte: arqtodesca.blogspot.com.r

Fonte: arqtodesca.blogspot.com.r
Todos a bordo... A viagem continua...

Blogs todeschinianos

Blogs todeschinianos
Fonte: arqtodescadois.blogspot.com.br "Sonhei que o vagão joaopauloinquiridor.blogspot.com havia caído de uma ponte que ruíra... Mas, foi só um pesadelo..." Caros confrades/passageiros! Não me canso de divulgar os imperdíveis blogs do Todesca: arqtodesca.blogspot.com.br arqtodescadois.blogspot.com.br que são Oásis num deserto de alienação cibernética. É louvável a pertinácia deste notável, tarimbado e erudito ser vivente, que brinda seus felizardos leitores com ecléticas publicações que deixam patente sua vasta erudição e bem viver. Caloroso abraço. Saudações todeschinianas. Até breve... João Paulo de Oliveira Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

Continuo a espera de Godot...

Continuo a espera de Godot...
Saudações dionísicas.

Saudações leitoras.

Saudações leitoras.

Seguidores

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Márcio Vinícius de Oliveira Pereira

Caros confrades/passageiros.
Que deleite inefável ver meu amado neto, Márcio Vinicius de Oliveira, na fase da garatuja da escrita (ele completou quatro anos no mês de setembro).
Felizmente meu neto estuda na EMEB Márcia Rodrigues, que tem regentes supimpas, que o instigam a adentrar no fascinante e interminável mundo do conhecimento, bem como o preparam para ser hábil nas competências leitora e escritora, nos anos letivos do porvir. Ele também não vê a hora das refeições no Educandário, que tem merendeiras que preparam com amor, carinho e zelo as apetitosas refeições, que ele consome.
Meu outro amado neto, o João Paulo Trineto de Oliveira Pereira, está no berçário do Educandário e o deixamos lá, porque temos o refrigério de saber que o JPT tem o mesmo amor, carinho e esmero, como se estivesse no aconchego do lar dos avós, apesar de certas pessoas colocarem em xeque este fato.
Merece destaque o empenho das valorosas funcionárias que mantém os banheiros e outras dependências do recinto escolar impecáveis além, é claro, da zelosa vigilância da EMEB, que dá as boas vindas calorosas aos regidos, bem como aos pais e responsáveis.
É inquestionável que o Gestor Mor da Unidade Escolar tem uma função diferenciada, como diz o SINDEMA ao instigar os profissionais da Educação a votarem num Projeto de Gestão , por este motivo é que Gestor Mor responde pelos atos lícitos e ilícitos do Educandário que foi eleito.
Caloroso abraço. Saudações diademenses.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços, com muita imaginação e com muito gozo.

domingo, 29 de novembro de 2015

Teatro 1905

Fonte: arqtodesca.blogspot.com


Miniconto
 
Para o profundo desgosto do Rodolfo Malaquias Vasconcelos, o grande amor da sua vida deixou de existir e para suportar a dor lancinante da perda resolveu aceitar o convite para personificar James Tyrone, na peça "Longa Jornada Noite Adentro", da lavra do nobilíssimo dramaturgo Eugene O'Neil (1888-1953). Depois dos exaustivos ensaios chegou finalmente a grande noite de estreia. Apesar de ter se envolvido - com ardor - nos ensaios da peça Rodolfo não conseguia esquecer o grande amor da sua vida, o Leopoldo, que conheceu quando foi preso no extinto DEOPS em 1972. Depois que saíram da prisão foram morar num apartamento no Largo do Arouche até o fatídico dia 13 de agosto de 2013, quando a existência do grande amor da sua vida cessou, quando ele foi atropelado por uma máquina rodante na Avenida Vieira de Carvalho. Foram 41 anos de vida em comum e fidelidade. Então chegou a grande noite da estreia da peça, mas quando Rodolfo Sampaio estava nos preparativos para entrar no palco teve um infarto fulminante. Seus despojos mortais foram sepultados no Cemitério da Consolação, no mesmo jazigo onde também estão os despojos mortais do grande amor da sua vida.

sábado, 28 de novembro de 2015

E agora?

Caros confrades/passageiros.
No período matutino, do dia em curso, não fui um dos felizardos espectadores da sessão do Clube do Professor ou sessão Direitos Humanos, que acontecem concomitantemente todos os sábados no Espaço Itaú de Cinema, localizado no Centro de Compras Frei Caneca às 11h00, que sempre que possível frequento, porque fui primeiro à reunião de pais ou responsáveis da minha neta Ana Carolina Oliveira, que estuda no conceituado IEMANO - Instituto de Educação Manoel da Nóbrega, onde tive um colóquio palpitante com meu amigo e parceiro de ofício Leôncio Benedito de Souza, que minha neta tem a prerrogativa de tê-lo como Regente de Ciências. 
Depois fui à Mostra Cultura da EMEB Márcia Rodrigues, onde estudam meus dois netos, o Márcio Vinícius de Oliveira e João Paulo Trineto de Oliveira Pereira.
Parabenizo a Equipe Escolar, que tem uma competentíssima Gestora Mor, minha querida amiga e parceira de ofício Cleusa Nilda Ramos, que foi quem "carregou o piano" para que o Educandário fosse inaugurado em meados do ano passado. A administração Lauro Michel - acertadamente - nomeou a destemida e empenhada Cleusa Nilda Ramos para ser a Gestora Mor, desta bem cuidada e encantadora Escola Municipal.
Infelizmente, a Gestora Mor Cleusa Nilda Ramos, no primeiro semestre do ano em curso, teve que se submeter a uma cirurgia inadiável e aí...
Bem - felizmente - o interstício da licença médica não foi prolongado e a Gestora Mor retornou ao rol das atribuições do cargo comissionado, com o mesmo empenho e carinho anterior.
Reitero que sou radicalmente contrario o Processo Eletivo para ocupar o cargo de Gestor Mor e Gestor Assistente, porque considero o Concurso de Provas de Títulos o menos belicoso, quando tem mais uma Chapa na disputa do Processo Eletivo, mas como sabiamente disse a também competente Carla Ferreira, representante da Secretaria de Educação, na apresentação das Chapas à Comunidade Escolar, está regulamentado no Estatuto do Magistério da municipalidade diademense esta modalidade de provimento e, apesar do meu inconformismo, acato o preceito legal.
O cruciante, onde ocorre Processos Eletivos para estes cargos, com mais de uma chapa, é constatar a duríssima realidade da cisão de amigos que, muitas vezes, se tornam desafetos, porque ousaram optar por uma das chapas antagônicas nas suas predileções.
Caloroso abraço. Saudações cleusanildanetes.
Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços, com muita imaginação e com muito gozo
PS - A lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, disse que a bruxa má do Oeste lançou um feitiço que apagou todas as fotos da Mostra Cultural, que estavam no meu telefone portátil.
PS II - A Edilei, que encabeça a Chapa 29, não terá o direito Constitucional de exigir que eu não divulgue sua imagem, porque ela divulgou no panfleto distribuído durante à Mostra Cultural e a tornou de domínio público..

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Nataílico da da minha avó materna, a Sra. Belmira Pedroso

Caros confrades/passageiros.
Se minha saudosa avó materna, a Sra. Belmira Pedroso, estivesse entre faria no dia em curso 115 anos.
Por Chronos, como o tempo é inexorável.
Resta o consolo de saber que enquanto ela for lembrada de certa forma estará entre nós, apesar da dura realidade de saber que o que sobrou dos seus despojos mortais jazem numa fria lápide do sepulcrário de Vila Euclides, desde o fatídico dia 18 de dezembro de 1985.
A "vó" Belmira era muito vaidosa e elegante e morava numa espaçosa casa, que tinha um enorme quintal, repleto de árvores frutíferas (ela ficava exasperada quando sem sua anuência - sorrateiramente - seus netinhos subiam no pé de uvaia que, no meu tempo de petiz, eu chamava "orvalha"), que ficava na rua Dr. Antônio Álvaro nº 35, Vila Assunção, na minha cidade de nascença Santo André. Na contemporaneidade está localizado, na espaçosa casa da minha avó, um edifício de classe média, onde reside o ex-prefeito de Santo André, o renomado Dr. Aidan Antônio Ravin e em outro apartamento uma parceira de ofício, que trabalhou comigo na municipalidade diademenese.
"Bênça vó"!
Sempre te amei, amo e amarei.
Caloroso abraço. Saudações memorialistas/familiares.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços, com muita imaginação e com muito gozo.
PS - Por Dionísio, estou exasperado com a lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, porque ela disse que as calças pantalonas que eu e minha irmã trajávamos, na década de 70, ajudavam na limpeza dos logradouros públicos.
Esta língua de fogo me paga, porque atiçarei no seu encalço os leões da Metro, bem como a mulher da Colúmbia com a tocha acesa.
Enquanto isto fazia sucesso estrondoso na fascinante Arte das Imagens em Movimento a imperdível película "Coronel Redl", bem como foi o último ano do maldito, odioso e nefasto anos de chumbo,quando a existência da minha saudosa avó cessou no dia 18 de dezembro de 1985.
LUZES! CÂMERAS! AÇÃO!

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Decepção

Caros confrades/passageiros.
Quando descemos do muro e nos posicionamos muitas portas são abertas, em contrapartida, muitas portas são fechadas, algumas a sete chaves, com tramela e travas de segurança.
O que me deixa estupefato é descobrir que as portas fechadas a sete chaves, com tramelas e travas de segurança, são de pessoas que dizem - aos quatro ventos - que são democráticas...
Caloroso abraço Saudações decepcionadas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços, com muita imaginação e com muito gozo.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Enfisema


Fonte: arqtodesca.blogspot.com

Caros confrades/passageiros.
Por conta do vício do tabaco, minha amada imortal, a inigualável atriz Gene Tierney (1920-1991) teve enfisema, que foi a causa do fim da sua radiante existência.
Caloroso abraço. Saudações tierneyanas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços, com muita imaginação e com muito gozo.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Meus saudosos pais na idade primaveril




Caros confrades/passageiros.
Quanto mais o tempo passa a saudade fica mais dolorida.
Meus amados e saudosos pais, o Sr Benedito de Oliveira (1919-1997) e a Sra. Matilde Pinheiro de Oliveira (1923-2008) foram eternizados neste retrato, no auge da idade primaveril, provavelmente em 1941.
Graças aos valiosos préstimos criativos do meu amigo, o talentoso Reinaldo Elias, que faz primorosas restaurações e colorizações de fotos meus pais ficaram mais viçosos.
Quem desejar os valiosos préstimos profissionais do Reinaldo apertem a campainha do seu endereço eletrônico:
rjelias2000@yahoo.com.br
Tenho certeza que vocês ficarão surpresos ao saberem os preços módicos que ele cobra para dar viço e colorido as fotografias do nosso acervo familiar.
Caloroso abraço. Saudações reinaldoeliasetes.
Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços, com muita imaginação e com muito gozo.

domingo, 22 de novembro de 2015

Minhas amadas primas/irmãs/primas

Caros confrades/´passageiros.
Tenho o grande gozo de apresentar minhas primas/irmãs/primas, Ana Lúcia. Betinha e Claudia, que aparecem da esquerda à direita.
Para o meu profundo desgosto a Betinha não está mais entre nós, porque sua radiante e primaveril existência cessou de supetão num maldito dia do início da primeira década do século XXI num acidente automobilístico. 
Saudades da Betinha...
Betinha, sempre te amei, amo e amarei.

sábado, 21 de novembro de 2015

Fila em banco por conta da quebra da Bolsa de Valores em Nova Iorque em 1929

Fonte: arqtodesca.blogspot.com

Miniconto

Naquela fatídica manhã, do dia seguinte da quebra da Bolsa de Valores de Nova Iorque, Franklin era uma das pessoas desesperadas, que estava na fila do banco, para tentar resgatar suas aplicações. Quando Franklin, um conceituado museólogo do Museu Americano de História Natural, soube que suas economias, aplicadas na Bolsa de Valores de Nova Iorque, não valiam nem um centavo de dólar ficou sem chão e sem rumo. Quando chegou no hall de entrada do seu apartamento, onde residia solitário, no bairro Brooklyn, resolveu dar fim a sua insulsa existência ao se jogar do hall das escadarias do 14º andar.


quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Brasas Encobertas

Fonte: arqtodesca.blogspot.com
Miniconto

Quando terminei de escrever mais um livro erótico, "Brasas Encobertas", me dei conta que sou solitária e crio personagens picantes e bacantes para atenuar a imensurável solidão que tornou minha vida, depois que a existência do grande amor da minha vida, a Úrsula, cessou.
Sem a Úrsula sou uma mulher incompleta.
Volte, Úrsula, volte.
Da sua, sempre sua, Gelsomina.

Natalício da minha amada imortal, a inigualável atriz Gene Tierney

 Fonte: arqtodesca.blogspot.com

Caros confrades/passageiros.
Se minha amada imortal, a inigualável atriz Gene Tierney, estivesse entre nós completaria no dia em curso 95 anos.
Ela deixou marcas indeléveis na fascinante Arte das Imagens em Movimento e uma legião de tierneyanos, que cultuam sobremaneira sua memória, como este caquético Professor Tierneyano, como diz a lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê. Tenho certeza que também existirão legião de tierneyanos nas gerações do porvir.
Caloroso abraço. Saudações tierneyanas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços, com muita imaginação e com muito gozo.

Colóquio entre o roto e o rasgado. Max, traga meus sais centuplicado.

Fonte: arqtodesca.blogspot.com

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Epístolas Paulianas, conversando com Benedito Edmundo de Oliveira (1942-1942)

Caros confrades/passageiros.
Tenho uma terapia eficaz quando a dor da saudade vem com intensidade, que é escrever...
Minha querida amiga Nivia Andres intitulou minhas reles escrevinhações como “Epistolas Paulianas”!
Meu amado e saudoso irmão primogênito viveu apenas 4 horas do fatídico dia 18 de novembro de 1942.
Se o 1º bebezinho da Dona Matilde Pinheiro de Oliveira (1923-2008), estivesse entre nós, completaria no dia em curso 73 anos.
Para prestar-lhe tributo dediquei-lhe esta Epístola Pauliana:

EPÍSTOLAS PAULIANAS
CONVERSANDO COM BENEDITO EDMUNDO DE OLIVEIRA
Diadema, minha amada cidade, 18 de novembro de 2015.
Amado irmão!
Por Chronos, como o tempo urge!
Se você estivesse entre nós completaria, no dia em curso 73 anos...
Infelizmente, sua existência foi fugaz, porque durou apenas quatro horas do fatídico dia 18 de novembro de 1942.
Espero que esta missiva cibernética o encontre no berçário do Olimpo, agora sob os cuidados intensivos dos nossos amados pais!
Sabe, Edmundo, nosso querido pai sempre se referiu a você com muito carinho, mas a mãe ficava incomodada quando eu perguntava a seu respeito, porque dizia:
- Não presta falar sobre aqueles que já foram, porque agora ele é um anjinho, mudando de assunto... Deve ter sido duríssimo para ela suportar o intenso sofrimento de perder o primeiro bebezinho. Creio que este foi um dos motivos pelos quais ela queria sempre que estivéssemos à sua volta.
Depois de um ano, um mês e dez dias da sua partida, chegou o segundo bebezinho da mãe, agora o chefe da família, porque o pai e a mãe estão aí, zelando por você... Juro pela alma imaculada do conquistador espanhol Francisco Pizarro (1471-1541) que não estou com inveja.
Quereria ser um “cavalinho de circo” para ver, se você não tivesse deixado de existir, como seria seu relacionamento, com o nosso amado irmão Raimundo, que chegou depois de você.
Fico a divagar como seria seu modo de vida na contemporaneidade...
Será que:
- teria numerosa prole?
- seria viúvo?
- seria solteiro?
- desquitou e casou novamente?
- foi torturado nos anos de chumbo?
- seria cinéfilo?
- também cultuaria as inesquecíveis atrizes Cacilda Becker e Gene Tierney?.
- seria aposentado em qual ofício?
- apreciaria ostras e caracóis concomitantemente ou somente ostras ou somente caracóis?
- seria um beato zeloso? (O Senhor esteja convosco.
- seria um padre? (Pobrezinho...)
- seria espírita? (Ché...)
- seria evangélico? (Max! Traga meus sais centuplicado!)
- seria incrédulo? (Por Jean Paul Sartre, eu tenho a quem puxar!)
- seria um político? (Certamente com o perfil dos saudosos Franco Montoro e Mário Covas!)
- seria um irmão amoroso?(Ulalaaaaaaaaaaaaaaá.)
- teria me protegido dos meninos malvados, quando eu era petiz?
- teria venerado os Beatles e os Rolling Stones?
- teria dançado chá-chá-chá e twist?
- teria superado o zelo exacerbado da mãe?
- seria o queridinho do pai e da mãe?
- seria ciumento como este seu penúltimo irmão e 6º bebezinho da mãe?
Ah, Edmundo, nunca, jamais, em tempo algum, terei respostas para minhas inquirições...
Nunca o vi, sempre o amei e o amarei sempre!
Afetuosíssimo e calorosíssimo abraço deste seu irmãozinho que nunca o esquece e o ama.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem ´véus, sem ranços, com muita imaginação e com muito gozo.

PS - Você é um felizardo, porque agora pode ser acalentado pelo pai e a mãe... Sempre visito o jazigo, onde repousam seus despojos mortais lá no Sepulcrário da nossa família, na Vila Euclides, em São Bernardo do Campo-SP. (apesar de ter ciência de que, provavelmente, não resta mais nenhum vestígio da sua curtíssima existência.)
No ano que você teve a fugaz existência de 4 horas fazia sucesso na fascinante Arte das Imagens em Movimento a película “Casablanca”, que deixou marcas indeléveis na filmografia mundial:
                     LUZES! CÂMERAS! AÇÃO!

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Memória paulistana

Caros confrades/passageiros.
Estes dois edifícios que ficavam em frente do Mercado Municipal, mais precisamente do outro lado do rio Tamanduatei, foram demolidos.
Caloroso abraço. Saudações memorialistas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços, com muita imaginação e com muito gozo.

Cartão de visita


segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Enquanto o bico do corvo não chega


Caros confrades/passageiros incrédulos e crédulos.
Como representante dos Conselheiros Aposentados do SINESP - Sindicato dos Especialistas de Educação do Ensino Público Municipal de São Paulo, discorri, no dia em curso, sobre a rica experiência da atividade sindical no Congresso Nacional, que ocorreu no dia 13 p.p. na companhia dos meus parceiros de ofício, que estão na ativa, Joao Junior e Keiko Kishi Lazzeri, além dos membros da Diretoria, os sempre empenhados João e Aparecida Benedita Teixeira.
Caloroso abraço. Saudações sindicais.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus sem ranços, com muita imaginação e com muito gozo.

Sem véus


Caros amigos incrédulos e crédulos.
Fiquei satisfeito em saber que o prestigioso periódico Folha de São Paulo publicou, na edição do dia em curso, a missiva de minha lavra, que enviei ontem, tornando de domínio público meu viés para o imperdível e irretocável artigo "Carne enlatada e carne podre" da lavra do nobilíssimo articulista Marcelo Leite.
Pedirei ao Marquês de Rabicó a intercessão da boneca Emília, xará da minha amiga Emilia Curado, para me fornecer dez pitadas do pó de pirlimpim e, depois de aspirá-las, ao abrir meus outonais e caquéticos olhos, que estão a espera do bico do corvo, encontrarei a nossa amada Pátria, que ainda tem palmeiras e sabiás,causando "frisson" no cenário mundial, porque superou o índice de qualidade de vida da Finlândia e é exemplo de país que tem como condição "sine qua no", o pensamento do nobilíssimo estadista,que deixou marcas indeléveis entre nós, Abraham Lincoln (1809-1865): “A democracia é o governo do povo, pelo povo, para o povo”.
Max, traga meus sais centuplicado, diluídos numa xícara de chá de picão.
Caloroso abraço. Saudações putrefatas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços, com muita imaginação e com muito gozo.

Cassandra Rios (1932-2002), nobilíssima escritora

Caras amigas Hanna Korich, Yáskara Kalorri e Ylena Savis.
Como muito gozo informo que recebi do estafeta do Imperador o 1° livro da Estante Virtual, que encomendei no dia 13 p.p. Paguei R$7,00 pelo exemplar e R$4,33 pela remessa. Encomendei mais dois livros da lavra da inigualável escritora Cassandra Rios (1932-1982), que ainda não recebi.
Depois eu conto o que achei...
O gozo mor é saber que não precisarei lê-los - sorrateiramente - no banheiro ou escondido nos pés de bananeira do quintal da minha casa, que ficava na Rua Javaés nº 182,Vila Assunção, Santo André, para escapar da exasperação da minha amada e saudosa mãe (1923-2008) que, apesar da minha cautela, um dia me flagrou lendo o livro proibido...
Foi o maior bafafá...
Além de rasgá-lo levei uma sova memorável.
Na contemporaneidade entendo o zelo da Dona Matilde em tentar evitar que seu bebezinho (que já era adolescente) não lesse um livro banido pela Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana.
Quanto obscurantismo.
Agora posso lê-los do jeito que eu quiser até num ambiente saco, digo, sacro.
Cassandra Rios, sempre te amei, amo e amarei.
Tenho certeza que nos séculos do porvir haverão legiões de cassandristas.
Caloroso abraço. Saudações cassandristas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços, com muita imaginação e com muito gozo.

domingo, 15 de novembro de 2015

Miniconto

Fonte: arqtodesca.blogspot.com

Queridinhas Nicole e Dominique, parceirinhas depravadas do Convento das Redentoras Humilhadas.
Este é o 11º cigarro que inalo e a 4ª dose de whisky, que ingiro  e aquele mofado e caquético Professor Tierneyano, como diz nossa amiguinha, a lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, não chega para fazer o "ménage a quatre".
Enquanto o caquético não chega vamos ouvir outra vez a canção:
LUZES! CÂMERAS! AÇÃO!

sábado, 14 de novembro de 2015

Reminiscências do ano de 1967






Caros confrades/passageiros incrédulos e crédulos.
Não canso de agradecer os valiosos préstimos profissionais do meu estimado amigo Reinaldo Elias, que dá um colorido singular nas fotografias que nos são caras.
Tenho certeza que vocês ficarão surpresos ao saber os preços módicos que o talentoso Reinaldo cobra para dar viço colorido as nossas preciosas fotografias, que eternizaram momentos marcantes nosso e dos nossos entes queridos.
Para solicitar os valiosos préstimos do Reinaldo Elias apertem a campanhia do seu endereço cibernético:
rjelias2000@yahoo.com.br
Fui eternizado nesta fotografia no já longínquo ano de 1967, na companhia da minha irmã Dirce Belmira de Oliveira Zaqueu, Dirce Zaqueu, que foi eternizada no auge da sua idade primaveril , quando tinha 22 anos e este reles agora escrevinhador outonal, insulso professorzinho primário e coordenador pedagógico aposentado tinha 14 anos. Minha irmã é a terceira bebezinho da nossa amada e saudosa mãe, a Sra. Matilde Pinheiro de Oliveira (1923-2008).
Esta fotografia eternizou um momento quando fizemos uma visitação à cidade metropolitana e religiosa de Pirapora do Bom Jesus, na companhia dos nossos amados e saudosos pais. Eu sou o sexto e penúltimo bebezinho da razão das ssas existências.
Apesar de ter me tornado incrédulo não posso “passar uma borracha” no tempo que eu era um beato zeloso e seguia à risca os preceitos rançosos que me foi inculcado...
Minha família fazia romarias a Pirapora do Bom Jesus ou então à Aparecida do Norte anualmente e, não com esta frequência, a cidade paulista de Tambaú, para venerar o Padre Donizete.
Naquele já distante ano a “Di”, como os bebezinhos da Dona Matilde carinhosamente chamam a Dirce, não conhecia o “Mandrongo”, apelido que minha mãe colocou no meu cunhado Adélio Zaqueu. Acho que a “Di” o conheceu no ano seguinte, porque eles contraíram sarna, digo, matrimônio no memorável dia 25 de julho de 1970, na Igreja Matriz de Santo André.
No meu acervo fotográfico familiar tenho fotografias da década de 20, do século passado, onde saudosos entes queridos foram eternizados em fotografias em romarias similares.
Minha saudosa avó materna, a Sra. Belmira Pedroso Pinheiro (1900-1985), passava temporadas em Pirapora do Bom Jesus na residência de uma amiga, a Dona Benedita, que tinha uma loja de artigos religiosos. Certamente a “vó” Belmira estreitou laços de amizade com a Dona Benedita, porque ela ia a Pirapora do Bom Jesus mais de uma vez ao ano.
Eu era um vela zeloso da “Di” e das minhas outras duas irmãs, a Judite ( quarta bebezinho da Dona Matilde), que carinhosamente chamamos de Jô e da Maria Inês (quinta bebezinho da Dona Matilde), que carinhosamente chamamos de “Neis”. Da sétima e última bebezinho da Dona Matilde, a linguaruda da Valquíria, a “Tica”, como os demais bebezinhos a chamavam - exceto eu - não fui vela zeloso.
A “Di” era a mais namoradeira das minhas irmãs e eu tinha que redobrar meu zelo de vela, mas o máximo que a “Di” fazia era pegar na mão dos namoricos ou então a - audácia mor - uns breves “selinhos”. Em pensar que na contemporaneidade não é na mãos dos namoricos que as moçoilas pegam... Nesta época em que eu desempenhava com zelo e presteza o papel de vela, principalmente a “Di” tentava me “subornar” com barras de chocolate para que eu não contasse para a severa Dona Matilde a respeito dos namoricos... Eu jurava de pés juntos que não contaria, enquanto me lambuzava com os chocolates, mas não passava meia hora, depois que chegávamos em casa, e este vela zeloso contava tim por tim à mãe sobre os namoricos, as pegadas de mão e os “selinhos”. Dava o maior bafafá...
Quando fomos eternizados nesta fotografia meu querido amigo, o leitor piagetiano, parceiro de ofício e de viagens, Nelson Pedro, chegou à luz na cidade de Belém, que fica no Estado Setentrional da Paraíba, deixando encantados seus entes queridos que o deixavam sequinho, limpinho e cheirozinho.
Também quando fui eternizado nesta fotografia eu fazia o curso de datilografia na Escola Rui Barbosa, que ficava próxima do Jardim Tamoyo e assistia as matinês dos extintos Cine Carlos Gomes e Tangará, na condição de vela zeloso das minhas irmãs e nem piscava e relaxa minha condição de vela quando via na fascinante arte das Imagens em Movimento películas, como por exemplo:
“Ao Mestre com Carinho”
LUZES! CÂMERAS! AÇÃO!
https://www.youtube.com/watch?v=xsUlGPV01CM
Enquanto isto vivíamos o 3º ano dos anos de chumbo, sob a égide da guerra fria e nos entretínhamos com os enlatados estadunidenses, como por exemplo, Jornada nas Estrelas, Jeanne é um Gênio, A Feiticeira, A Noviça Voadora, Missão Impossível e outros que encantavam meus contemporâneos.
Agora restam somente as reminiscências deste tempo que muitos entes queridos que retornaram ao nada, estavam entre nós.
O que seria das nossas existências sem as reminiscências.
Max, traga meus sais centuplicado, diluídos numa xícara de chá de picão.
Caloroso abraço. Saudações memorialistas familiares.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços, com muita imaginação e com muito gozo.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Padrinho Mor Rui Espírito Santo


Caros confrades/memorialistas.
Com muito gozo apresento, com a devida anuência do garboso e vigoroso petiz eternizado nos retratos, na nossa querida página Memória Familiar, a família do meu valoroso, autêntico, destemido, probo, tolerante, de bem com a vida e amoroso patriarca da sua honrada família, meu estimado Padrinho Mor, Rui Espírito Santo.
Meu estimado Amigo Rui Espírito Santo tornou-se meu Padrinho Mor, porque no mês de abril, do ano em curso, tive a grata satisfação de conhecê-lo em carne e osso, bem como tê-lo como cicerone nos dias em que fiquei hospedado na encantadora e hospitaleira cidade do Porto, na companhia do meu dileto amigo Roberto Nunes Vieira, onde a bordo da sua possante máquina rodante nos apresentou os encantos da sua cidade de nascença, bem como Gondomar, Vila Nova de Gaia, Braga e Guimarães. O Padrinho Mor percorreu mais de 400 km para nos apresentar uma parte das belíssimas paisagens e seculares edificações do norte do reino distante além-mar.
A seguir transcrevo o texto que o amoroso marido da Dona Lena me enviou, que versa sobre os retratados.
"Caro Professor, aqui seguem as referidas fotos dos meus tempos de praia nos anos 40 do séc. XX
Quanto ao texto, deixo isso ao teu critério !
Eu e os meus pais
Eu
A minha família, 4 irmãos (eu o mais novo) os meus pais e em cima à direita, a senhora que nos alugava a casa e a nosso empregada (que esteve comigo desde o meu nascimento até aos meus 25 anos.
Eu e minha mãe
Curioso que, naquele tempo as pessoas em geral não se despiam na praia, como hoje ! rsrs
Abraço"

Estas fotografias do acervo familiar do meu Padrinho Mor são preciosas não somente à memória familiar, mas também nos permitem perceber os usos e costumes de uma família de classe média lusitana.
Enquanto a família do meu Padrinho Mor passava temporadas de verão na praia seus patrícios se encantavam com películas como:
"A Menina da Radio"
                     LUZES! CÂMERAS! AÇÃO!
 Ou então se emocionavam com as supimpas apresentações da inesquecível cantora Amália Rodrigues ((19201999), que deixou marcas indeléveis no mundo musical.
https://www.youtube.com/watch?v=GA2d5fZsPiA
Também tivemos a desgraça de ter uma maldita carnificina 1939-1945), que ceifou milhões de vida.
Felizmente a família Espírito Santo passou incólume o período belicoso, porque certamente souberam encontrar estratégias para enfrentar o racionamento, que ficaram sujeitos durante a maldita carnificina, apesar da neutralidade do reino distante além-mar em relação Confronto Mundial.
São seres viventes, como o meu estimado Padrinho Mor, que me dão esperanças de dias melhores num mundo harmonioso.
No mês de abril vindouro terei o gozo de rever meu Padrinho Mor e demais amigos do reino distante além-mar, numa "Almoçarada" marcada para ocorrer no dia 10 de abril.Espero que desta vez minha esposa, a Alice, me acompanhe...
Caloroso abraço. Saudações memorialistas/familiares.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços, com muita imaginação e com muito gozo.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

O que nos espera?


Caros confrades/passageiros sem véus e com véus.
Por Cassandra, o que nos espera?
Max, traga meus sais centuplicado.
Caloroso abraço. Saudações cassandristas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços, com muita imaginação e com muito gozo.

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