O Todesca está na janela apreciando a paisagem...

O Todesca está na janela apreciando a paisagem...

Expresso do Oriente

Expresso do Oriente

Todos a bordo

Todos a bordo

Restauração e colorização de fotografias.

Restauração e colorização de fotografias.
Caros amigos sem véus e com véus. Com muito gozo divulgo os valiosos préstimos profissionais do meu estimado amigo Reinaldo Elias, que tornou-se um tarimbado especialista em restauração e colorização de fotografias. Pelo criterioso trabalho, que envolve pesquisa e arte os preços cobrados pela restauração e colorização são módicos. Para solicitarem os valiosos préstimos profissionais entrem em contato com o meu querido amigo através do endereço eletrônico: rjelias200@yahoo.com.br Meus outonais olhos estão em água ao lembrar do já distante ano de 1962, quando minha amada e saudosa mãe me levou a uma filial das Casas Pirani, que ficava na Avenida Celso Garcia, para que seu bebezinho nº 6 fosse eternizado nesta fotografia. Embarcamos num trem de subúrbio, um reluzente trem prateado, na Estação de Santo André e desembarcamos na Estação paulistana do Brás. Lembro como se fosse hoje que levei um beliscão da minha genitora, porque eu queria a todo custo embarcar num bonde para chegar as Casas Pirani. Como eram poucas quadras de distância fomos caminhando até o paraíso do consumo. Saudades das Casas Pirani... Ontem, contei ao meu dileto amigo Gilberto Calixto Rios da minha frustração de nunca ter embarcado num bonde paulistano, que para o meu profundo desencanto teve a última linha desativada no ano de 1968, quando estávamos no auge dos nefastos e malditos anos de chumbo. No ano que fui eternizado nesta fotografia fazia sucesso estrondoso na fascinante Arte das Imagens em Movimento a película "Rome Adventure", aqui intitulada "Candelabro Italiano": https://www.youtube.com/watch?v=yLqfxLPga2E que assisti no extinto Cine Carlos Gomes, na condição de vela zeloso das minhas amadas irmãs mais velhas, a Dirce Zaqueu, Jô Oliveira e Maria Inês. Também no ano de 1962 minha diletíssima e saudosa cantora Maysa (1936-1977) deixava sua legião de fãs enternecida com a canção: https://www.youtube.com/watch?v=BeJHOAbkJcg Mãe, sempre te amei, amo e amarei. Saudades... Saudades... Saudades... Caloroso abraço. Saudações emocionadas. Até breve... João Paulo de Oliveira Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços, com muita imaginação e com muito gozo. PS - Apesar dos pesares acho que continuo um petiz sonhador e esperançoso de um novo dia aos moldes da inesquecível personagem Scarlett O' Hara... Max, traga meus sais centuplicado.

Miniconto

Miniconto
Depois que minha neta me eternizou nesta fotografia o telefone tocou. Ao atender a ligação fiquei aterrorizado ao reconhecer a voz de Hades...

Mimo da Monika

Mimo da Monika
O que nos espera na próxima estação?

A viagem continua

A viagem continua
O quie nos espera na próxima estação?

Lambisgoia da Agrado

Lambisgoia da Agrado
Caros confrades/passageiros sem véus e com véus. A lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, me surpreendeu porque não a vi trepar (nem preciso dizer que ela adora o outro significado deste verbo principalmente no presente do indicativo) no topo da locomotiva para se exibir e me ofuscar. Caloroso abraço. Saudações exibidas. Até breve... João Paulo de Oliveira Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços e com muita imaginação.

Fonte: arqtodesca.blogspot.com.br

Fonte: arqtodesca.blogspot.com.br
Caros confrades passageiros. O pertinaz duende Himineu, que trabalha - com muito afinco para o Todesca - captou e eternizou o momento que a lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, estava reflexiva a apreciar a paisagem no vagão restaurante do Expresso do Oriente sob meu comando. Caloroso braço. Saudações reflexivas. Até breve... João Paulo de Oliveira Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

Fonte: arqtodesca.blogspot.com.r

Fonte: arqtodesca.blogspot.com.r
Todos a bordo... A viagem continua...

Blogs todeschinianos

Blogs todeschinianos
Fonte: arqtodescadois.blogspot.com.br "Sonhei que o vagão joaopauloinquiridor.blogspot.com havia caído de uma ponte que ruíra... Mas, foi só um pesadelo..." Caros confrades/passageiros! Não me canso de divulgar os imperdíveis blogs do Todesca: arqtodesca.blogspot.com.br arqtodescadois.blogspot.com.br que são Oásis num deserto de alienação cibernética. É louvável a pertinácia deste notável, tarimbado e erudito ser vivente, que brinda seus felizardos leitores com ecléticas publicações que deixam patente sua vasta erudição e bem viver. Caloroso abraço. Saudações todeschinianas. Até breve... João Paulo de Oliveira Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

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segunda-feira, 20 de abril de 2015

Sob a égide de Terpsícore


                           Sob a égide de Terpsícore


Caros confrades/passageiros sem véus e com véus!
Com muito gozo tenho a grata satisfação de publicar, na minha página do facebook, mais uma crônica da lavra do meu estimado amigo, o tarimbado jornalista e escritor Milton Saldanha! Por um lapso, deste reles caquético Professor Tierneyano, não disse anteriormente que meu querido amigo é um dos pupilos de Terpsícore, porque é um renomado tanguista, que também é o Editor Chefe de um periódico mensal dedicado aos aficionados no tango: 
Com vocês Milton Saldanha!

"Graciela González e o resgate da essência no tango
Milton Saldanha
Estudo tango há 14 anos. Se for contar os mestres com quem já tive aulas dará uma lista longa. Além dos brasileiros de grande qualidade, que merecem todo o respeito, passei também por ícones de Buenos Aires, cidade que amo e que visito várias vezes a cada ano. Recentemente, fui ao Rio para o imperdível seminário de Sebastián Achaval e Roxana Suarez.
Não conto isso por exibicionismo medíocre, seria uma idiotice que trabalharia mais contra do que a meu favor. Conto apenas para que entendam que hoje disponho de um ferramental comparativo muito grande quando o assunto é aula de tango. Não será, portanto, qualquer professor que conquistará minha admiração. Além disso, a experiência me permite constatar que em dança não existe a verdade, muito menos o dono da verdade. Perco a conta das orientações e observações de professores que vão em sentido oposto ao que falam alguns dos seus colegas. Logo, compete a cada aluno fazer sua própria triagem do que acha mais lógico e confortável, e seja também mais adequado ao seu corpo e possibilidades na dança. O que um professor fala não é lei. É apenas sugestão. Quem adotar dogmas sem ter conhecido a diversidade de opiniões corre grande risco de engessar sua dança em poucas possibilidades.
Os grandes tangueiros de Buenos Aires nunca tiveram um mestre só. Eles se formaram indo beber na fonte do que melhor oferecia cada professor famoso. Um era o melhor para ensinar giros, outro adornos, alguém mais caminhadas, e assim por diante. Não existe o mestre universal, que sabe tudo e arrasa em tudo. Cada dançarino tem um ponto forte, como acontece com atletas de qualquer modalidade de esporte.
Neste abril, pela segunda vez, fui aluno da argentina Graciela González, “La Leona”, em seminário promovido por Margareth Kardosh. Foi um reencontro com aquilo que considero o ponto forte desta mestra: a retomada da essência do tango, ao piso, com a valorização do abraço e da noção espacial em relação à parceira/parceiro, como também ao entorno no salão.
É o meu modo de ver. Outros colegas, claro, devem ter seus próprios ângulos de visão, e isso será sempre interessante, enriquecendo todo o espectro que envolve o baile.
Do ponto de vista técnico não concordei com tudo que ouvi de Graciela, mesmo respeitando, ao cotejar com orientações de outros mestres. Toda técnica em dança está sujeita à polêmica. Será suprema arrogância algum professor, mesmo grande estrela, afirmar que é assim e assado, e ponto final. Os corpos são diferentes, logo nem tudo se adapta a todos.
Mas, do ponto de vista masculino, já que compete ao homem ser o condutor e senhor das decisões na dança a dois, me agrada muito quando Graciela salienta aspectos que são incômodos, enfadonhos e até irritantes à dama. Isso é de extrema relevância, principalmente para conter o ímpeto de exibicionistas que adotam a mulher como mera muleta, e não como uma parceira com quem tem que dividir tudo em 50%, como ela disse. O que isso tem de importante não é pouco: muda a dança completamente. O homem precisa ser mais cuidadoso e generoso, além de aprender a esperar que a dama conclua completamente seu movimento.
O exercício de dançar com homens, durante três horas, nada tem de agradável. A começar pela natural rejeição ao abraço prolongado e intimista. Tivemos que fazê-lo, não sem sacrifício, para ser franco. Mas isso me permitiu ver com olhos críticos, na prática, alguns dos meus colegas. Poucos sabem esperar. Não sabendo dançar como dama, a gente fica reduzido ao iniciante mais básico. Aí aparecem os defeitos de condução. Predomina o açodamento, a correria, a falta de respiração. O que explica o baile aloprado que de vez em quando se vê, como se fosse uma maratona em que todo mundo parece querer chegar primeiro, não sei onde, porque a pista não tem linha de chegada.
Claro que também tenho meus defeitos, mas se enxergasse não os teria. Por isso sempre sou grato quando uma dama qualificada, que realmente dance bem e conheça tango, me faz alguma observação útil, para correção. Guardei para sempre as palavras da maravilhosa Johana Copes, quando dançava com ela em aula, no salão Dandi, em Buenos Aires: “Calma, Milton, sem pressa, respira!”. Palavras simples, mas efetivas, que mudaram para sempre meu tango.
Esse é o papel dos professores. Mas eles precisam também se impor pelo exemplo. Quando um professor faz no baile tudo aquilo que não recomenda aos seus alunos, como desrespeitar o espaço dos outros, ou dançar recuando no sentido oposto à ronda, para não falar dos voleios perigosos, com pernas altas, cai tudo por terra.
Graciela González mostra sua coerência até quando se apresenta. Sua dança é limpa, de aparente simplicidade, sem o menor exagero para impressionar, e não será por falta de conhecimento e prática. Uma dança típica de quem sabe que não precisa mais provar nada a ninguém."

Caloroso abraço! Saudações terpsicoreianas!
Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus e sem ranços!


domingo, 19 de abril de 2015

Ferran Jeroni Pau

Fonte: arqtodesca.blogspot.com
Propaganda de 1929.

Caros amigos sem véus e com véus!
A lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, disse que foi a minha amiga e parceira de ofício Marilia Sirolli​, que posou para esta propaganda de 1929, quando ela morou em Barcelona, por dois anos, período que durou seu noivado com um próspero comerciante catalão, Ferran Jeroni Pau, que ficou inconsolável com o final do noivado e foi ser noviço no Mosteiro dos Redentores Humilhados.
Caloroso abraço! Saudações reveladoras!
Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus e sem ranços!

sábado, 18 de abril de 2015

Maria Imaculada do Perpétuo Socorro do Rego Borrego

Fonte: arqtodesca.blogspot.com

Caros confrades/passageiros sem véus e com véus!
Daqui a pouco darei (eu adoro o verbo dar, principalmente no presente do indicativo) uma piscadela que é apenas um vislumbre daquilo que terão ao marcarem hora comigo na sela 71, do Convento das Redentoras Humilhadas, onde atendo de sábado a sábado das 19 às 23 horas.
O catecismo adaptado à lasciva, que está na minha sela  sempre pronto a anotar as horas que posso atender meus fieis devotos, que disputam a tapas uma hora de gozos indeléveis com esta serva da caridade, espera pelo registro do seu nome.
A porta da sela 71 e... estão  sempre abertas para  receber novos fieis devotos!
Valha-nos Padroeira das Irmãzinhas do Convento das Redentoras Humilhadas! 
Caloroso abraço! Saudações antipenitentes!
Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus e sem ranços!
LUZES! CÂMERAS! AÇÃO!


sexta-feira, 17 de abril de 2015

Tertúlia sobre Variações Linguísticas




Caros amigos sem véus e com véus!
Minha cara amiga e parceira de ofício Stela Trigo teve todo o empenho em articular ações com o escopo de organizar uma tertúlia sobre Variações Linguísticas, na escola que leciona, localizada na cidade lusitana de Gondomar, no dia 15 do mês em curso. 
Desejo intensamente desta vez não perder o voo, tendo planejado praticamente acampar no Aeroporto Internacional André Franco Montoro, que fica no município metropolitano de Guarulhos, porque pretendo chegar 6 horas antes do voo.Infelizmente a tertúlia foi suspensa por causa do meu não comparecimento e do meu amigo Roberto Nunes Vieira devido a perda do voo no dia anterior.

Como ela é destemida e não deixa nunca a peteca cair não esmoreceu com o fato imprevisto e, para meu grande gozo, organizou nova tertúlia sobre Variações Linguísticas, prevista para o dia 22 vindouro, conforme atesta o convite anexo. 

Também desta vez estou confiante que embarcarei, porque minha querida amiga Nivia Andres já articulou ações com a minha amiga, a Dona Miquelina Pinto Pacca e seu valoroso marido, o Coronel Epaminondas Albuquerque Pinto Pacca, para que o bombeiro Godofredo amarre a lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, numa mangueira e a deixe trancada num galpão que tem nos fundos da confortável residência dos Pinto Pacca, que fica na Serra da Cantareira e será vigiada pelo meu fiel mordomo, o Max, para que não conspire com a detestável Megera de Queluz (1775-1830). Também tenho outra aliada, a prestimosa e valorosa copeira Hermenegilda, que não mede esforços para deixar os Pinto Pacca e seu eterno noivo, o bombeiro Godofredo, sempre providos da suas suculentas rosquinhas. A Hermê, como a minha querida amiga Nivia a chama, fará rosquinhas especiais para a mexeriqueira mor com um poderoso tranquilizante que a impedirá de conspirar com a Megera de Queluz para melar a nossa ida ao reino distante além-mar.

Cara Stela, as nossas parceiras de ofício Lu Vergueiro e Maria Marujoestarão presentes na tertúlia?

Caloroso abraço! Saudações tertulianas!


João Paulo de Oliveira 

Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus e sem ranços!

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Maria João do Rego Brochado

Fonte:arqtodesca.blogspot.com

Caros confrades passageiros sem véus e com véus!
Com muito gozo apresento a Maria João do Rego Brochado, uma das irmãzinhas do Convento das Redentoras Humilhadas.
Ela recebe seus clientes, digo, devotos, na cela nº 71, do Convento das Redentoras Humilhadas, com hora marcada. Ela é uma das belas da tarde do Convento, que atende seus clientes/devotos de domingo a domingo das 13h30 às 16h30.
Não esqueçam, ao ligarem para o número: 6996-9669, de dizer a senha: Rego Brochado nº 71. Ela aceita como forma de pagamento: cartões de débito e crédito e em espécie: o real, libra esterlina, euro e dólar.Também é possível reservar uma tarde inteira com esta atraente assecla das Ordem das Filhas de Maria sem Calcinhas, através do site: decolar.com
Já que estou a falar numa bela da arte lembrei da imperdível película de 1967, quando uma querida amiga e parceira de ofício, mamava chorava e dormia e vivia sob os cuidados intensivos dos seus entes queridos:

LUZES! CÂMERAS! AÇÃO!


quarta-feira, 15 de abril de 2015

"Vidas passadas"

Buick 1940.


Caros confrades sem véus e com véus!

Para meu gozo indelével apresento minhas amigas do reino distante além-mar, por ora virtuais (até a semana vindoura), as valorosas e destemidas Stela Trigo, Maria Marujo e Lu Vergueiro, que aparecem na fotografia, que foram eternizadas em 1940, nas vida passadas que tiveram antes da atual.

Nestas vidas passadas quando estávamos sob a égide da maldita carnificina (1939-1945) elas eram amicíssimas e imigraram do reino distante além-mar para os domínios do Tio Sam, porque estavam sufocadas com o conservadorismo das beatas zelosas, que ficavam mortas de inveja, porque as encantadoras moçoilas eram belíssimas e atraentes e faziam troça dos usos e costumes lusitanos, que tinham a audácia de inculcar nas suas mentes juvenis e sem véus, que deveriam ser recatadas e aguardarem a chegada do garboso e vigoroso Príncipe Encantado.

Infelizmente as vidas destas três amicíssimas cessaram de supetão, porque estavam a bordo de uma máquina voadora, que espatifou-se nas Montanhas Rochosas, quando estavam sôfregas e a revirarem reiteradas vezes os olhos para reverem seus namorados, que estavam convocados e sediados na costa leste americana com o escopo de aniquilarem os "inimigos" das terras do oriente.
Elas foram eternizadas nesta fotografia na costa oeste antes de embarcarem para a costa leste...
Caloroso abraço! Saudações divagadoras!
Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus e sem ranços!

terça-feira, 14 de abril de 2015

Convite


Caros confrades/passageiros sem véus e com véus!
Para a meu grande gozo tive a honra de receber convite da minha querida amiga e parceira de ofício Stela Trigo, que leciona numa escola localizada na cidade de Gondomar, que pertence a região metropolitana do Porto!
Irei na companhia do meu dileto amigo Roberto Nunes Vieira e do meu querido amigo Rui Espírito Santo.
Creio que será enriquecedor discorrer sobre as variações linguísticas da nossa amada língua portuguesa!
Caloroso abraço! Saudações linguísticas!
Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus e sem ranços!

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Toda honra e toda glória para o Himineu

Caros confrades/passageiros sem véus e com véus!
O incansável Himineu está sempre a tirar do fundo do arco-da-velha fotografias da minha amada imortal, a inigualável atriz Gene Tierney (1920-1991), quando ela brilhava intensamente na fascinante Arte das Imagens em Movimento, como por exemplo na película de 1953 "Never let me go", aqui intitulado "Nunca me deixe ir".
Caloroso abraço! Saudações tierneyanas!
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus e sem ranços!

domingo, 12 de abril de 2015

Duas queridas amigas e parceiras de ofício


Caros confrades/passageiros sem véus e com véus!

A lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, está apaixonadíssima pelo sapiente, incansável e explorado duende Himineu, que trabalha 18 horas por dia para o também sapiente e tarimbado arquiteto Todesca, que mantém dois imperdíveis blogs:
Isto posto, a sirigaita resolveu pesquisar no livro de bordo do vagão do Expresso do Oriente sob meu comando:
para também trazer à baila publicações que me deixaram enternecido e saudoso, como esta publicada no livro de bordo no dia 22 de fevereiro de 2010:
“Tenho a grata satisfação de apresentar-lhes duas queridas parceiras de ofício, Silvania Moreira Dos Santos (a que aparece a esquerda da fotografia) e Celeste Silva Luz! A Silvânia foi para outra escola e continuo com a prerrogativa de ter a Celeste como parceira diária de ofício! Esta fotografia foi tirada no sábado passado, quando o Seminário de Educação terminou no Teatro Clara Nunes, que fica aqui na minha amada cidade de Diadema-SP.
Vocês acreditam que a Silvânia foi para uma escola onde todos os dias os alunos e regentes são obrigados a rezarem antes do início das aulas? Onde ficou a escola laica? Fizemos o maior folguedo com a Silvânia, dizendo que agora ela precisa trabalhar com um hábito e o nome da escola onde ela está trabalhando será conhecido como "Convento das Redentoras Humilhadas"! Não direi o nome da escola, mas apenas digo que está no rol daquelas que foram municipalizadas no ano passado.
Max!!!!... Traga meus sais centuplicado!!


Caloroso abraço! Saudações saudosas!

Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus e sem ranços!

PS - Juro pela "benevolência" do  sanguinário espanhol Francisco Pizarro (1478-1541), que nunca tive pensamentos ou sonhos lascivos co minha querida amiga Silvania...

sábado, 11 de abril de 2015

Considerações de um sapiente e tarimbado jornalista e escritor outonal


Caros confrades/passageiros sem véus e com véus!
Sempre faço questão de divulgar as imperdível crônicas da lavra do meu estimado amigo, o sapiente e tarimbado jornalista e escritor Milton Saldanha.
Desta vez ele nos revelou uma reportagem de cunho sensacionalista,  publicada na saudosa revista "O Cruzeiro"(1928-1975),  que deixou marcas indeléveis na imprensa brasileira e uma legião de leitores, que semanalmente a liam e comentavam suas reportagens com seus entes queridos e amigos.
Infelizmente, nos meios de comunicações também teve, têm e terá jornalistas sacripantas, que com o escopo de aumentar a tiragem dos jornais ou revistas, bem como serem  mais conhecidos, são capazes de utilizar qualquer artifício fraudulento, ou então criar uma história fantasiosa para ficarem m foco.
Felizmente também existiram, existem e existirão jornalistas, como o meu estimado amigo, um formador de opinião, que jamais fica em cima do muro, além de ter o compromisso de bem informar seus leitores.
A alguns anos atrás senti na pele como é pernicioso se deparar com jornalistas sacripantas, porque tive o dissabor e participar de um blog, cujo autor teve a audácia de criar fictícios leitores, com o intuito de dar a impressão que o blog era prestigiado e com "milhares" de acessos.
Quando o  desmascarei, utilizou um dos seus leitores fictícios para me ameaçar de morte. É evidente que registrei Boletim de Ocorrência e o "cara de pau" teve que comparecer num Distrito Policial para esclarecimentos. Depois que foi desmascarado colocou o rabo entre as pernas e saiu de cena, juntamente com seus leitores fictícios.
Bem, já passou da hora de sair de cena, porque agora tenho a grata satisfação chamar meu querido amigo Milton Saldanha!

A maior mentira da imprensa brasileira
Milton Saldanha
A revista “O Cruzeiro” de 17 de maio de 1952 foi para as ruas com seus 400 mil exemplares exibindo na capa a então jovem e bonita rainha Elizabeth II. Estava montada a cavalo, envergando a túnica vermelha da guarda real britânica, com medalhas ao peito. Sem dúvida, uma capa linda, que ajudava a explicar o grande fascínio que a revista exercia sobre leitores de todo o Brasil. Era uma publicação de grande prestígio, e sua tiragem, para a época, proporcionalmente maior do que a de qualquer revista semanal atual.
Mas o grande assunto daquela edição não era a realeza britânica. Era um encarte de oito páginas, produzido na correria quando a edição já estava impressa, que anunciava: Extra – Disco Voador na Barra da Tijuca. Assinavam a reportagem, que “O Cruzeiro” festejava como furo mundial, o repórter João Martins e o fotógrafo Ed. Keffel.
Maior fraude de um órgão de imprensa brasileiro em todos os tempos, e entre os mais fantasiosos na imprensa mundial, vale a pena conhecer o episódio. Ele ilustra a forma de se fazer jornalismo naqueles tempos, em que a ética nada importava. O que valia mesmo eram o furo e o sensacionalismo.
Mais saboroso do que eu contando a história, será ler na íntegra a própria reportagem dos dois pilantras, com longo nariz de cera e erros gramaticais, que transcrevo a seguir:

“Eram quatro horas da tarde, do dia 7 de maio, quarta-feira. Tínhamos ido, depois do meio-dia, ao local denominado Ilha dos Amores, na Barra da Tijuca. A nossa intenção era das mais prosaicas. Pretendíamos fazer acerca dos pares amorosos que, nos dias de semana, procuram aquelas paragens para um refúgio para os seus arrulhos. Seria um trabalho interessante, pitoresco, humano, vagamente poético. E lá fomos nós para, como dizemos, “estudar o ambiente”. Procuramos passar como dois turistas despreocupados, a fim de não assustar a nossa “caça”. O tempo, nos dias anteriores, tinha sido frio e chuvoso. Mas aquele dia amanhecera lindo, cheio de sol.
Chegamos mais ou menos à uma hora da tarde. Atravessamos a pequena laguna no barquinho “Piaba” e nos dirigimos para o “Bar do Compadre”, a fim de comermos alguma coisa. A sorte não parecia estar nos protegendo. Quase ninguém aparecia. Puxamos conversa com o dono do bar, Antônio Teixeira, arrancando-lhe muitas informações que nos poderiam ser úteis, embora ele não desconfiasse do que desejávamos realizar. Por sobre as nossas cabeças, ouvíamos, mais ou menos de cinco em cinco minutos, o ronco de um motor, pois por ali passam todos os aviões da linha Rio-São Paulo e aeroportos do Sul.
Enquanto saboreávamos um prato de camarões, levantamo-nos diversas vezes para apreciar as acrobacias que uma esquadrilha da Força Aérea Brasileira estava fazendo nas imediações, por volta das duas horas. Se as coisas não melhorassem, estávamos praticamente com a viagem perdida. Como não tínhamos outro jeito, e mesmo porque uma das virtudes de um repórter deve ser a paciência, resolvemos ficar por ali, para ver o que acontecia.
E aconteceu o que nunca poderíamos imaginar. Entre quatro e quatro e meia, achavamo-nos sentados na areia, justamente no começo do canal anterior, quando, olhando por acaso para o mar, tivemos a atenção despertada por um objeto que se movia no ar, do lado do Sol.
Esse objeto, a distância, assemelhava-se com um avião, visto de frente: mas o extraordinário era que esse “avião”, que parecia voltado para nós, movia-se de lado, numa velocidade tremenda. Vinha diretamente do oceano para a terra, perpendicularmente à rota dos aviões comerciais. Falei para o meu companheiro:
- Olha, Keffel, que diabo é aquilo?
Qualquer outra pessoa não teria, provavelmente, dado importância ao fato. Mas nós somos dois repórteres, com a atenção sempre alerta por uma questão de treino profissional. O estranho objeto, ao atingir a linha de terra, pareceu diminuir de velocidade. A sua silhueta se apresentava mais clara, depois de passar diante do Sol. Keffel estava com a máquina, uma Rolleiflex, pendurada no pescoço. Movido por um impulso e uma ainda vaga suspeita, quase gritei:
- Bata, Keffel!
Ele bateu a primeira chapa. Depois me confessou que só tinha feito isso por brincadeira. Mas o “avião” se aproximava numa curva longa. Não havia mais dúvidas. Aquilo era diferente de tudo o que havíamos visto em matéria de aeronaves. Com grande presença de espírito, Keffel pôs rapidamente a velocidade do obturador em 1-500 (cinco centésimos do segundo) e meteu mãos a obra. Enquanto isso, o disco (porque o que estávamos vendo era indubitavelmente um objeto em forma circular) continuava o semicírculo sobre as matas da Tijuca, até sobrevoar a Pedra da Gávea. Neste ponto, fez uma descaída até a linha do mar. Interessante que até então ele voara normalmente, absolutamente plano, mas nessa descaída balançou-se à semelhança de uma folha que se desprende de uma árvore, ou como o que acontece as vezes com alguns aviões numa tomada de campo. Repentinamente, porém, ao chegar sobre o mar, lançou-se de novo para a frente, numa arrancada alucinante, não em posição horizontal, mas inclinado num ângulo de uns 45 graus sobre sobre o seu próprio eixo, como um aeroplano deitado sobre uma das suas asas. E desapareceu como uma flecha, ou melhor, como uma bala, em direção ao oceano. Desapareceu além das ilhas Tijucas, que encobriram a nossa linha de visão, para o horizonte. Voltou, portanto, para o mesmo rumo do qual tinha vindo.
Tudo isso durou no máximo um minuto. Durante todo o tempo, não ouvimos o mais leve som. Aquilo parecia voar em absoluto silêncio, ou produzindo um som de freqüência superior à capacidade auditiva do homem. Não deixava o menor rastro de vapor ou de chamas. Não era luminoso. Tinha uma cor cinzento-azulado, que o faria confundir-se com o céu sem nuvens. A altura em que voava, assim como o seu tamanho real, são difíceis de determinar, por falta de base para comparações. Parecia, notem bem, parecia estar a mais de mil metros sobre o solo e ser de um tamanho duas vezes maior do que um avião DC-3. Mas, honestamente, não podemos afirmar esses dois detalhes.
O que podemos afirmar é que vimos o tal objeto, nas condições descritas. Enquanto eu o acompanhava com a vista (e estava de óculos esverdeados), procurando fixar na memória tudo aquilo que estava acontecendo, o meu colega Keffel fez trabalhar por mais quatro vezes o disparador da “Rolleiflex”. Não houve tempo para mais, nem isso seria possível, porque quando o disco apareceu , só restavam cinco chapas na máquina. O resto do filme já sido usado. Nele estão, sucessivamente, as fotografias de dois elementos do hotel em que meu companheiro reside, e uma paisagem, batidas na véspera, um aspecto de um nosso companheiro, tirada na redação, na manhã do dia em que vimos o disco, depois um casal de namorados obtida quando chegamos à Ilha dos Amores, e finalmente a foto do dono do restaurante e a nossa própria, comendo os camarões, batida por ele. Estas duas últimas foram batidas uma hora ou pouco mais antes do aparecimento do estranho aparelho.
Depois que o “disco” sumiu de nossas vistas, ficamos por alguns momentos sem ação. Perguntei a Keffel:
- Você viu o mesmo que eu vi?
E ante a afirmativa:
- E bateu as fotografias?
Keffel chegou a ficar gago para responder que sim. Tiramos o filme da máquina com o cuidado de quem está manejando uma bomba atômica, pusemos outro e ficamos na esperança de que o “bicho” tornasse a aparecer. Não apareceu, pelo menos para nós. E agora, que fazer? Saímos procurando alguma outra testemunha do fato. Atrás de uma pequena duna, encontramos um pescador consertando uma rede, chamado Claudionor (ou Nonô). Não reparara em nada. Estava de cabeça baixa, absorvido por seu trabalho. Fomos até o bar. O “seu”Antônio, que se achava atrás do balcão, também não reparara no estranho avião. Como nos explicou, já está acostumado com tantos que passam por ali, e além disso se encontrava dentro de casa. Dois casais que almoçavam sob o alpendre, não eram nem tinham vontade alguma de ser testemunhas.
Voltamos o mais rápido possível para a redação. Pelo primeiro telefone que encontramos no restaurante do Juá, telefonamos para o nosso diretor, dando conta do sucedido e pedindo-lhe que não deixasse o encarregado do laboratório ir-se embora (pois já eram mais de cinco horas. Dirigi como um louco o meu automóvel através da cidade. Na redação, entregamos imediatamente o filme, que logo começou a ser revelado. E então, nós dois, que tínhamos mantido a mais completa calma durante a aparição do fantástico aparelho, vivemos alguns minutos de emoção. Que estaria nos negativos? Teríamos sido vítimas de uma alucinação? Teríamos confundido um avião, uma nuvem, um aerólito, um balão, com um disco voador? A frieza das imagens captadas pela lente fotográfica desfaria todas as possíveis dúvidas. Foram momentos de expectativa e de angústia. Em nossa companhia também sofriam os nossos companheiros e os nossos chefes. Os diretores Leão Gondim de Oliveira e Accioly Neto, José Amádio, Milton D`Avila, Ari Vasconcelos, a turma do laboratório, todos compartilhavam da nossa ansiedade. E quando por fim o filme foi tirado do fixador, e lá na película surgiram as imagens do disco, o entusiasmo foi geral. A imediata ampliação dos negativos veio confirmar nosso relato, sem possibilidade de dúvidas.
Coube a nós a grande oportunidade de testemunhar e fotografar essa coisa misteriosa que vem aparecendo nos mais diversos pontos da terra e que tem sido objeto de tantas suposições e controvérsias. Soubemos aproveitá-la, no máximo de possibilidades. E estão aí, para o exame dos nossos leitores, os diversos aspectos do disco voador que sobrevoou a Barra da Tijuca, naquela tarde de sol. Este é um furo jornalístico de caráter mundial, que decerto terá uma tremenda repercussão. Nunca dantes um disco voador foi fotografado nessas condições , com tantos detalhes, quanto à sua forma. Que será esse misterioso viajante do espaço? Uma arma secreta, de alguma das grandes potências? Uma aparelho proveniente de outro planeta? Não o sabemos. Apenas podemos afirmar que ele existe. Será um benefício ou uma ameaça para a espécie humana? Muitas interrogações poderão ser formuladas, mas todas elas esbarram com uma espessa cortina de mistério.
Muitos discos já foram avistados, em diferentes países e em ocasiões diversas. Variam as suas formas aparentes, mas o mistério permanece. O mistério que, mais cedo ou mais tarde, teremos de desvendar”.

A monumental cascata, como os jornalistas chamam os textos irreais, inventados na redação, com fotos que ocupavam páginas inteiras do encarte extra de O Cruzeiro, foi totalmente desmascarada. Qualquer análise técnica das fotos, cotejando proporções do disco com a paisagem, entre outros dados, consegue comprovar a fraude.  
Na verdade, eles fizeram o disco, de madeira compensada (para ficar leve e flutuar no ar). O repórter subiu numa colina e lançou, enquanto o fotógrafo fazia seu trabalho. A Barra da Tijuca naqueles anos era uma região praticamente deserta, ficava fácil montar a farsa.
Na edição seguinte O Cruzeiro repercutiu o caso ouvindo oficiais da Força Aérea. Fez todo mundo de bobo.  A revista vendeu como nunca nas bancas. A grande dúvida que ficou é se a direção de O Cruzeiro sabia de tudo ou se também foi vítima dessa forma criminosa de se fazer “jornalismo”.   

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Divagação com minha amada imortal

Caros confrades/passageiros sem véus e com véus!
Quando recebi mais um precioso mimo do Todesca fiquei cá a divagar o que será que a minha amada imortal, a inigualável atriz Gene Tierney (1920-1991), considerava que não deveria deixar de jeito nenhum de levar na bolsa carteira, que usava quando foi eternizada nesta fotografia, certamente do início da década de 40 do século passado?
Caloroso abraço! Saudações divagadoras!
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus e sem ranços!

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Para meu grande gozo mais um mimo do Todesca

Caros confrades/passageiros sem véus e com véus!
É sempre com grande gozo que faço questão de divulgar os mimos que recebo do Todesca!
A lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, é muito atrevida mesmo, porque trouxe à baila o dito popular: " Papagaio come milho, periquito leva a fama", porque quem fica atarantado 18 horas por dia em extenuantes pesquisas é o incansável Himineu e quem leva a fama é seu chefe, o nobilíssimo e sapiente Todesca!
Caloroso abraço! Saudações tierneyanas!
Até breve..
João Paulo de Oliveira
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus e sem ranços!


quarta-feira, 8 de abril de 2015

Reflexões de um andreense outonal


Caros confrades/passageiros sem véus e com véus, boa noite!
No período matutino do dia em curso fui ao Centro de Memória de Diadema, que até hoje a gestão Lauro Michel não nomeou um gestor e que está em processo de mudança para um anexo, para que finalmente seja recuperado.
Neste ínterim, apoiei-me no paradeiro da janela do salão principal da edificação memorialista e fiquei a refletir, por quê:
- fatos aleatórios são a tônica na nossa insulsa existência?
- somos sujeitos a odiosa derrama moderna e em contrapartida não temos serviços públicos de qualidade, que garantam preceitos Constitucionais e, para nossa desgraça mor, o erário público é sugado - com destemor e sofreguidão - por uma parcela significativa de políticos sacripantas "chupa-cabras", malditos, descarados, mentirosos, que se enriquecem ilicitamente e "fortalecem" o grupo político que pertencem a custa de muito sangue, suor e lágrimas dos nossos desvalidos patrícios?
- temos a desgraça de saber que foi eleita de maneira democrática, uma mentirosa contumaz, a "Grande Toura Chefa Sentada", como diz o nobilíssimo José Simão, que além de mentirosa contumaz é falsa, arrogante, padece de maneira crônica da "síndrome dos três macaquinhos", acha que está acima do bem e do mal e, para entornar o caldo de vez, se recusa com veemência descer do salto alto para calçar as sandálias da humildade, bem como passa uma foice nos direitos adquiridos de trabalhadores e, para piorar sobremaneira, muda as regras para concessão de benefícios trabalhistas, como por exemplo seguro desemprego e pensão por morte, sob a duvidosa justificativa de conter gastos públicos devido a incúria do seu (des)governo anterior?
- tem que ser assim?
Eu tenho um sonho, bem aos moldes da inesquecível Dorothy:
Max! Traga meus sais centuplicado!
Caloroso abraço! Saudações inconformadas/desgraçadas.
Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços e sem malditos políticos sacripantas!
LUZES! CÂMERAS! AÇÃO!

terça-feira, 7 de abril de 2015

Kiusam de Oliveira


Caros kiusonetes com véus e sem véus!
Juro pela castidade da odiosa megera de Queluz (1785-1830), que não quero deixar de jeito nenhum com inveja a legião de kiusonetes, porque no período matutino do dia em curso, num logradouro público do centro do município de Diadema, tive o deleite de rever casualmente nossa divindade, a sempre radiante Kiusam de Oliveira, que estava acompanhada do seu valoroso e felizardo marido!
É sempre um grande acontecimento rever minha queridíssima amiga e parceira de ofício, que é um ser vivente, que além de dignificar a nossa espécie, nos dá esperanças de dias melhores num mundo harmonioso!
Também tive o refrigério de sentir a poderosíssima energia altamente benéfica , que a nossa diva irradia, que sempre deixa extasiado aquele que a sente!
Caloroso abraço! Saudações kiusonetes!
Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços e sem malditos políticos sacripantas!

segunda-feira, 6 de abril de 2015

"As ideias se estilhaçam frente à realidade"

domingo, 5 de abril de 2015

Por que tem que ser assim?


Caros confrades/passageiros sem véus e com véus, bom dia e boa semana!
A lambisgoia da Agrado, aquela mexeriqueira mor que tudo sabe e tudo vê, está desoladíssima e aos prantos na cabine nº 5 deste vagão do Expresso do Oriente, sob meu comando, porque tem um amigo, o Nicanor Bonifácio Ramalho Sampaio, mais conhecido pelo apelido de "Brasas Encobertas", que está inconsolável, porque um ser vivente - grande amor da sua vida - pensa que está a ser traído por ele, o que ele nega com veemência.
O ciúmes é um sentimento avassalador, que tenta a todo custo fazer o ciumento pensar que perderá o grande amor da sua vida, todavia esta perda jamais ocorrerá, a não ser no derradeiro dia incerto e não sabido, quando cessar a existência da vítima do ciúmes, que sempre amou, ama e amará - com muito ardor e volúpia - seu enciumado amor.
Pobrezinho do "Brasas Encobertas" é isto que ele ganha por ser fiel.
Ao inconsolável Nicanor minha solidariedade.
Sugiro que rogue:
Valha-me Padroeira das desvalidas vítimas de ciúmes infundados!
Caloroso abraço! Saudações inseguras!
Até breve...
João Paulo de Oliveira 
Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços e sem ciúmes!

sábado, 4 de abril de 2015

Visitação às cidades paulistas de Mairinque, São Roque e Embu das Artes


Caros confrades/memorialistas sem véus e com véus!
Fui no dia em curso, na companhia do meu amigo Nilo, que é o coordenador da imponente edificação cultural, Casa do Olhar, que pertence a muncipalidade andreense, fazer uma visitação cultural às cidades da região metropolitana de São Paulo: Mairinque, São Roque e Embu das Artes.
Trafegamos pela bem cuidada rodovia Raposo Tavares e passei pelo Sem Parar por somente um pedágio.

Até então não conhecia as cidades de Mairinque e São Roque e fiquei jubiloso ao flanar pelos logradouros públicos e adentrarar na Igreja de São Roque, que tem uma imagem de São Roque de 1695, em perfeito estado de conservação.

Fiquei aborrecido porque fui especialmente a Mairinque para uma visitação a estação ferroviária que, segundo o meu amigo Marcílio Duarte, Secretário Adjunto da Estância Turística de Ribeirão Pires, ganhou uma licitação do Condephaat de R$400.000,00 (quatrocentos mil reais) para o restauro da estação, no ano passado. Ocorre que não é permitido a visitação à centenária estação, bem como placa indicativa do motivo do impedimento e nem a informação da verba citada acima para tal fim.

Já estive na encantadora cidade de Embu das Artes pelo menos seis vezes e é sempre um grande deleite flanar pelos logradouros públicos do centro e se deparar com belíssimas edificações, bem como com lojas de antiguidades, artesanato, bebidas caseiras e gente bonita de bem com a vida.

Peço escusas ao meus queridos confrades/memorialistas do grupo SP Antigo - Memória e Preservação, em especial aos valorosos e pertinazes Gilberto Calixto RiosFelipe Alexandre HerculanoMarcos César da SilvaMartin Jayo e Arthur Monteiro, porque foi um passeio cultural não planejado com antecedência.

Quando retornar da viagem, que farei ao reino distante aém-mar já combinei com o Gilberto Calixto Rios uma visitação a cidade paulista de Itanhaém, onde nasceu seu nobilíssimo bisavô materno, o talentoso pintor Benedito Calixto (185301927). Uma vaga na minha vaga rodante já está reservada para o Gilberto.

Outra ausência sentida foi do meu dileto amigo Roberto Nunes Vieira, porque não estava de folga.

Também planejamos uma outra visitação ao Centro Histórico de Santos, em especial ao Museu de Arte Sacra de Santos.

Caloroso abraço! Saudações culturais!

Até breve...

João Paulo de Oliveira 

Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus e sem ranços!


PS - Quem desejar ver mais fotografias deste passeio cultural acessem o álbum que disponibilizei na minha página do facebook:
https://www.facebook.com/joaopaulo.deoliveira.54/media_set?set=a.10206309171478025.1073741955.1528665277&type=1&pnref=story

sexta-feira, 3 de abril de 2015

A viagem continua



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    Caros confrades/passageiros com sem véus ou com véus!
    Considero alvissareiro viver numa democracia, porque alguns dos meus patrícios até tem o direito e externarem "saudades" do nefasto regime militar, como fizeram dois leitores que escreveram ao prestigioso periódico "Folha de São Paulo", que desejam a volta dos sombrios anos de chumbo, quando:
    - a censura era implacável nos meios de comunicações e culturais.
    - o constrangimento era constante na vida dos cidadãos, porque aleatoriamente eram submetidos nos meios de transportes e logradouros públicos a revistas forçadas.
    - alguns dos saudosos asseclas dos milicos escreviam às redações dos periódicos, sob severa censura, que publicavam poemas de Camões ou receitas, ao invés das notícias censuradas, para reclamarem que fizeram as receitas publicadas e o resultado foi uma massa disforme.
    - nem piscavam ao assistirem o programa televisivo apresentado pelo repórter Amaral Neto, que em tom ufanista apresentava os "feitos" dos presidentes sangrentos.
    - epidemias, como por exemplo, da meningite era proibida de ser divulgada, bem como acidentes, como da construção da atual pista norte da Rodovia dos Imigrantes, que ceifou a vida de valorosos operários.
    - regentes, que não eram "maus brasileiros, comunistas e terroristas" eram presos, torturados ou assassinados e seus despojos mortais eram enterrados clandestinamente no cemitério de Perus, porque tiveram a "audácia" de dizerem aos seus regidos que vivíamos num país subdesenvolvido.
    - o odioso "Esquadrão da Morte" agia impune para mandar para o beleléu aqueles que condenavam, julgavam e assassinavam.
    - Coronéis, como o Erasmo Dias consideravam que estavam acima do bem e do mal.
    Somente me resta rogar contra os arautos dos anos de chumbo:
    Max! Traga meus sais centuplicado!
    Caloroso abraço! Saudações democráticas!
    Até breve...
    João Paulo de Oliveira 
    Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus!

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